Senhores dos sentimentos

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Os senhores ditadores do amor, vivem a impor as possíveis fórmulas para alcançar o sentimento ideal, perfeito ou quase: "Faças isto e aquilo e serás perfeitamente feliz!".
Ao invés do que os tais ditadores e seus seguidores compartilham, o amor não aceita normas. Tudo deve ser não calculado, natural em seu livre curso.

O ato de amar é democrático, numa relação os indivíduos votam pela soberania do sentimento bom, ao aceitarem um ao outro.
Quando essa aceitação por ambos não acontece, é provável que o sentimento siga deficiente e não existe a opção de obrigar que o outro seja recíproco, é preciso aprender a aceitar. Essa não obrigação é componente da democracia, onde os que prevaleceram foram os pensamentos de ambos, partindo para o melhor veredicto possível.

A ditadura dos senhores do amor é opressão ao sentimento bom, apologia ao não amor.
O amor é humano e biológico. Desperta os mais profundos e múltiplos sentimentos transpassando-os à matéria. Se ele é exato? Não, absolutamente! As fórmulas são malquistas!

Liberte o amor, amando da forma mais pura e não calculada, possível. Isto também é ato revolucionário. 

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Ainda existe amor para recomeçar...

JURO solenemente, proteger e honrar cada gotícula de sangue que torna possível minha sobrevivência. 

PROMETO, não incomodar meus pensamentos com abordagens capazes de modificar  ou perturbar minha sanidade. Não permitir que sua completa ausência de presença e ignorância calculada, me moleste (como tem feito). Não me sobrecarregar de culpa pensando que podia ter o feito o infazível. Não me reduzir solamente ao teu improvável afeto. Não te cobrar ou incomodar futilmente a fim de sustentar uma ligação inexistente, entre nós. Não deixar tuas belas palavras corromper as verdades que carrego. Te lembrar com o  mérito merecido.

DESEJO de alma, primeiramente, que não falte forças e paciência suficientes para me sustentar  imaterialmente integra e saudável. Que (resumidamente) todas as coisas belas e saborosas vitais, te abracem incansavelmente.

"Desapontada, mas não surpresa...". E, ainda existe amor para recomeçar.


Competitividade afetiva

A competitividade afetiva, termo desagradável de dizer, tem marcado forte presença entre os gêneros e em sua maioria a competição é travada pela busca da proteção de um relacionamento afetivo.

Fui vitima (#alouca) de distanciamento por oferecer risco ou parecer ameaça à uma relação alheia precoce, durante o ensino médio. Fui vitima também por outras poucas vezes.

Referenciando a postagem penúltima, complemento aqui, dizendo que o motivo do tal distanciamento pode ter sido minha inconveniência indesejada, e se foi isto a vitima não era eu. Talvez, tenha estado muito presente e uma das partes sentiu-se invadida. Me afastei, pois este era o desejo alheio.

Embora suspeita para dizer, nunca fui ameaça alguma. Era a garota menos provida de beleza e tinha ciência disto. A única coisa que me permitia não ser tão invisível, era meu boletim de notas. Meu desempenho acadêmico era dos melhores e era considerada somente por este mérito (exceto pelas pessoas que foram capazes e humildes e se deram a oportunidade me conhecer integralmente).
Diante de minha classe, gênero e etnia, a sociedade sempre me viu/verá como ameaça e inconveniente, independente do que eu faça.

Você não sabe o que acontece dentro do outro, talvez haja interesse pelo que está em companhia alheia, talvez não. Não se deve ignorar/afastar/evitar esse outro porque "fulan@ acha que o mesmo tem interesse no seu parceiro".
Relacionamentos não deveriam ser eternas competições e barreiras. É heresia, uma vez que o intuito de amor não é isto, não? Qual o conceito de amor para você? E a prática, é outra?

Se as pessoas que te veem como importante são definitivamente ameaças à tua relação, desejo puramente e profundamente que esta nunca se rompa. Se assim não for, quem lhe restará depois?

Extermínio não é a solução! E a evasão, nem tampouco, traz proteção.

Tua provocação é manifesto covarde

Já fiz questão do coração saber que agora não é o momento adequado para te desejar. Te quis antes, e, por vezes te quero para agora e depois.

Mostrei-te todos os sinais possíveis, mas o que podia oferecer não era o suficiente para satisfazer-te. Minha mente quando sã, compreende isto. Meu coração pouco saudável, louco por perder o que nunca teve, não aceita tua partida.

Em processo de reconstrução, sigo em busca pelo sucesso do exercício em curso. O transtorno pós traumático é árduo, mas superável.

Mais do que petição, rogo-te, que deixe-me recuperar pacificamente, só. Não venha mais, com diálogos que me fazem submeter à recaídas. Não diz que sou incrível, eu não acredito. Não faça qualquer coisa que sabe que me ferirá. Para o coração, a covarde fui eu, e talvez tenha sido. Me ajude, só ficando em silêncio.

Se não está pronto, então não me provoque mais, este ato é para covardes. E à mim, você é um dos corações guerreiros  que a Terra tem a honra de doar abrigo.