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Um luxo: Consumir carne animal

sexta-feira, 28 de julho de 2017

(ilustrativa ao texto - via)


Contrapondo os que assim pensam, não desgosto da carne animal. Conscientemente, me submeti ao ovolactovegetarianismo (consumo apenas de derivados e não carne, e, antes dos questionamentos: minha progressão não será radical), pós uma analise das consequências sucessivamente devastadoras, no mercado pecuário; e pelo reconhecimento e respeito à vida.
Cobrança na alimentação alheia jamais o fiz, que seja justo, o conceito de liberdade!

Utopicamente, seria maravilhoso se todos pudessem escolher o cardápio do dia. A maioria da sociedade, escolheria carne animal como acompanhamento. A fila do açougue nunca está vazia, todos os fast foods (exceto veganos e afins) leva este ingrediente. Tem para todos os variados gostos. A demanda é gigantesca.

Quem está presente na fila do açougue e do fast food todos os dias (ou quase), necessita de uma renda mensal plausível para tal. Os indivíduos de uma família de baixa renda, por exemplo, prioriza as necessidades básicas da vida.

"Consumir animais é um luxo: uma forma muito clara de concentração da riqueza. A carne acumula recursos que poderiam ser compartilhados: são necessárias quatro calorias vegetais para produzir uma caloria de carne de frango; seis para produzir uma de porco; dez calorias vegetais para produzir uma caloria de vaca ou de cordeiro. A mesma coisa acontece com a água: são necessários 1.500 litros para produzir um quilo de milho, 15.000 para um quilo de carne de vaca. Isto é, quando alguém come carne se apropria de recursos que, compartilhados, seriam suficientes para cinco, oito, dez pessoas. Comer carne é estabelecer uma desigualdade brutal: sou eu quem pode engolir os recursos de que vocês precisam. A carne é um estandarte e é uma mensagem: que este planeta só pode ser usado assim se bilhões de pessoas se resignarem a usá-lo muito menos. Se todos quiserem usá-lo igualmente não pode funcionar: a exclusão é condição necessária — e nunca suficiente." - A era da carne, via El País

Acima, uma análise que conceitua claramente sobre o consumo inconsciente dessa proteína animal. Acredita-se que assim continuará, até que seja forçada a decisão de reduzir ou extinguir o consumo, devido aos problemas de saúde provenientes (substancias cancerígenas, gorduras, drogas injetadas para os resultados...) - não esquecendo dos perigosos embutidos. Obviamente, a "casa grande", proprietária e sócia do mercado pecuário encontrará outra forma de explorar os subordinados.

O consumo de carne não é proibido, mas devido a excessiva busca pelo capital, as consequências maléficas vêm aumentando sem freio; tanto na saúde quanto na sociedade. No comércio pecuário, a liberdade é utópica: animais não possuem direito à vida, alguns humanos possuem direito a escolha pelo consumo da proteína, outros não possuem o direito ao acesso à uma alimentação balanceada.

Completei dois anos sem carne animal, em 27 de julho de 2017. Não excepcional, não impositiva, tampouco com síndrome de superioridade; mas numa constante busca pelo conhecimento e consequências das circunstâncias sistemáticas sobre a vida, respeitando - como sempre - a escolha e filosofia alheia.

Micro reflexão elaborada há um tempo:
Sob o tapete da pecuária





Phebo (Granado): produtos de higiene e "beleza" não testados em animais

terça-feira, 25 de outubro de 2016


Sinto que as pessoas tem me visto como implicante, depois que mudei minha alimentação. Entrei pro clube do vegetarianismo, em julho de 2015.

Tenho me policiado bastante quanto ao uso de produtos dermatologicamente testados em animais (maquiagens, principalmente). 

Já usei muitas vezes, produtos da marca Granado, porém não fazia ideia de que eles são free para quem é "amiguinho" dos animais. Não precisa ser ativista contra o crime contra animais, pra ter um pouco de compaixão e entender que todos (digo, nós e eles) possuem vidas de igual valor. Infelizmente a grande maioria das pessoas ainda veem a proteção contra a vida dos animais, como algo inútil e "bondoso" demais, ainda existe preconceito, rejeição e inadmissão.


A empresa já afirmou não ter nenhuma relação com teste de produtos em animais, e nem com empresa terceiras que façam o uso dessa prática.

Além de valorizar (não fazer o uso de uma técnica prejudicial aos animais, também é um ato de ativismo) o direito de vida à todos, os produtos da empresa são os mais lindos que já pude ver no mercado. Cada linha conta com alguma ilustração e design exclusivo, em sua maioria, com uma pegada vintage.


Clique aqui para conhecer a história e seus produtos. (Essa não é uma publicação patrocinada, apenas faço o uso e gosto dos produtos da marca.)

Precisamos falar sobre a Terra

segunda-feira, 4 de julho de 2016

A poucos dias, iniciei um curso de educação ambiental. Aliás, é um curso EAD super completo do Senai, disponivel online, gratuito e com certificação (não é publi).
Sempre me "liguei" ao que se diz sobre o meio ambiente. Passei a me policiar radicalmente quando me tornei vegetariana. Me sinto no dever de vestir a camisa do planeta e ir a luta.
A Terra é minha amiga. É sua, é de quem quiser. O problema é que ninguém quer ser amigo dela.
Ela me ama. Te ama também. Mas nem sempre é recíproco.
Ela me empresta o oxigênio, purifica e renova a cada segundo. À ti também.
Apresento-lhes com carinho os 5Rs:

Refletir – antes de comprar ou pedir alguma coisa, deveríamos refletir se realmente precisamos dela. O consumo excessivo e o consumismo lideram as causas da degradação ambiental e social.

Recusar – recusar materiais desnecessários que não sejam biodegradáveis, como sacolas e copos de plástico.

Reutilizar – pensar sobre as coisas que você pode reutilizar: envelopes velhos, jornais, sacolas plásticas etc. Doar ou vender objetos pessoais como vestuário, móveis e brinquedos. A reutilização de itens reduz o número de coisas novas que você precisa comprar e, portanto, reduz a quantidade de resíduos que se produz.

Reduzir – reduzir o lixo e o consumo de energia.

Reciclar - reciclagem envolve a transformação de materiais usados, indesejados em novos produtos para evitar o desperdício de materiais potencialmente úteis.   Apesar das estratégias utilizadas para reciclagem não serem o caminho ideal para a sustentabilidade e a redução das emissões de CO2, elas fazem sentido no que diz respeito à conservação dos recursos naturais escassos. (Via: Panela organica)

Porque não damos a merecida importância? Porque não nos importamos com quem nos acolhe?

Cuidamos de nossos filhos, pais, avós e outros animais, com tanto carinho. A Terra também faz parte do nosso interior,  passou a fazer quando vimos o sol pelo primeiro instante.
Fomos feitos de amor. Somos luz que transborda alma afora.
Sejamos gratos sempre ao nosso Deus e a mãe natureza por cada molécula que nos é permitida tocar.



Proteína de soja: amiguinha dos veganos

sexta-feira, 22 de abril de 2016

"A proteína da soja é uma alternativa natural e saudável de se obter proteína não-animal em sua dieta. Ela é uma proteína completa, de alta qualidade e digestibilidade. Normalmente, possui um teor de gordura muito baixo, assim como de colesterol e lactose."
Há 09 meses me tornei vegetariana. Foi uma das minhas maiores libertações, foi evolução de espírito. Desde então, todos a minha volta se tornaram senhores da nutrição. Todos palpitam na minha alimentação, como se eu fosse incapaz. As vezes é engraçado. As vezes me irrita. As vezes me faço a surda com as piadinhas de mau gosto.

Logo no início, fiquei bem perdida, não sabia por onde começar, do que me alimentar. Pesquisei muito em alguns arquivos digitais, encontrei a proteína de soja e comprei pra experimentar.
O sabor era estranho, mais tarde descobri que era a qualidade (marca) que não era boa. Comprei uma outra marca, fiz (na verdade, minha mãe fez haha) de varias maneiras e me apaixonei.

Comi almondegas com e sem molho de tomate, hambúrguer, bolinhas fritas, etcetc... Mas existem muitas receitas na internet, bastantes saudáveis e saborosas, basta se aventurar.




O alimento é... 


  • Rico em fibras
  • Rico em proteínas
  • Rico em ferro
  • Não contem glúten

O alimento não é transgênico, não modifica a estrutura genética. Ao comprar deve-se consultar a qualidade do cultivo da soja, em relação ao uso uso de agrotóxicos e afins.

Escolha seu jeito e se delicie dessa maravilha!