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O padrão de vida moderna

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

O novo modelo de formação de vida, está cada vez mais moderno. Ferindo e tornando indigna, a relação social na escala homem-homem.

Tudo é individualizado, a coletividade deixou de ser promovida - e consigo, o interesse pela democracia - todos anseiam por uma vida autossuficiente, ninguém quer 'precisar' do outro. Competitividade em tudo.

As habitações, todas reservadas, com o menor contato possível com o externo. Os utilitários, pessoais, nada de coletivos ou partilhar carona. A vida na cidade, só acontece o necessário: comércio e serviços. As coisas se desenvolvem nos bastidores, nada se vê, nada se partilha.

O problema do outro, é só do outro, sustentação do pensamento meritocrático, aflorado: "cada um tem o que merece!". Empatia abaixo de zero.

O conceito moderno de se viver, assassina o sentido da vida.

O direito à vida está sendo negligenciado, enquanto robôs estão sendo produzidos para servir. Trabalha, trabalhar, trabalhar; acumular matéria... Menos participação na sociedade civil, e enquanto isso: "o Estado que decida!".

É preciso reconfigurar os sistema de formação de vida social, enxergar a importância da relação humana. 
Que sejamos sensíveis o suficiente, para aplicar vida no que é vivo, e tornemos essencial a nossa coexistência. Não sejamos sujeito-objeto. Que sejamos corajosos! Emancipemos-nos!


Virtualidade: máquina de alimentar egoísmo?

terça-feira, 27 de junho de 2017

(imagem ilustrativa ao texto)

Especificamente sobre as famigeradas redes sociáveis: Instagram e Facebook onde o poder de propagação virtual é gigantesco. Dependente do conteúdo que você partilha, essa tal propagação pode ser progressiva ou não.

Recentemente acompanhei uma troca de ideias online, onde influenciadores digitais falaram a respeito de suas produções de conteúdo: inspirações e circunstancias para tal. E de forma problemática, um dos fatos me tocou, onde uma moça relatou que uma vez fora a academia e capturou diversas fotografias com peças de vestuário diferentes e ao longo da semana, partilhou como se tivesse ido todos os dias. Outros relataram que se tivessem a oportunidade, locariam um dia no hotel X para usarem a piscina e outras áreas comuns como cenário de seu cotidiano. Falsa realidade.

Estes acontecimentos não são isolados e o desejo de conquistar "boa imagem" nas mídias, é constante. A ambição por autopromoção e reconhecimento é cada vez mais alimentada. São os padrões conduzindo suas marionetes.

Em contraposição, a maioria daqueles que virtualmente partilham suas realidades, são descartados pela massa, por não exibirem a beleza requisitada.
Nem todos têm a sensibilidade para encontrar o belo no que é considerado feio. O senso comum cega, sucumbe o olhar profundo.

Conteúdos legais e/ou contribuintes para a expansão do conhecimento estão sendo censurados e privados de se espalharem pela ausência de interesse (ou por alcançarem os indivíduos errados). 
Acompanho pessoas incríveis, produtoras de conteúdos prazerosos que gostaria que o mundo todo pudesse ter acesso. Mas nem tudo pode ser universal, tem coisa que é  para mim ou para o outro. Particularidades.

Ninguém "estabeleceu regra" de como usar as redes, cada indivíduo a usa segundo suas vontades. O essencial é primeiro pensar no próximo, depois em você: gostaria de ver/receber o que você mesm@ partilha?

Aos receptores, filtrai as intenções, se mal entendidas/recebidas são perturbadoras; te fazem querer ser ou ter aquilo que o outro mostra ser ou ter. Máscaras sufocam.

Nem toda virtualidade é real.