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The ruling class e o proletário direitista

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

(fotografia ilustrativa à postagem - via)

Parte do título da postagem está em inglês, um dos idiomas considerados universais. Não se preocupe se você não sabe qual é a tradução, eu também não entendo bem o inglês, somente algumas palavrinhas corriqueiras e o título da postagem diz: A classe dominante e o proletário direitista.

Se como eu, você ainda não teve a oportunidade de se matricular numa aulinha de inglês, ou se matriculou tarde, ou ainda se você deixou alguma prioridade em stand-by durante um tempo para estudar, sinto em dizer que você é um individuo desprovido de capital (e não faz parte da classe dominante. uau, não sabia?!).

Se você não faz parte da classe dominante, convenhamos que é incabível, vestir o chapéu do capitalismo se você não tem capital. Mas se você é esse individuo desprovido e ainda veste o chapéu, sinto em dizer que você é o famoso pobre de direita.

Abaixo você pode analisar o funcionamento do sistema capitalista. Basicamente uma pirâmide alimentar social, onde o predador nunca desce do pódio e a presa trata de lhe manter servido.

(via)

Pobre direitista ou pobre esquerdista, independente disto, você continuará sendo os pilotis da elite. Na arquitetura, segundo o arquiteto suíço Le Corbusier, chama-se de pilotis o conjunto de pilares que sustentam uma construção, definição essa que infelizmente cabe perfeitamente ao pobre na sociedade.

A classe operária é bastante útil para a classe com capital excedente. Vale lembrar o pensamento sobre utilidade que fiz em uma postagem anterior.
A força de trabalho que produz o produto da industria bilionária, é proveniente do individuo operário. O operário também necessita da moradia e do transporte (e de outros), sendo assim, ele termina por fazer financiamentos para conseguir adquirir os mesmos. O produto, é da elite. A agência de financiamento, é da elite. Quase tudo que ele possui, é proveniente da elite (se não tudo (exceto o que é imaterial)).

A classe dominada, dever lutar à favor do igualitarismo social. Entristeço toda vez que vejo um pobre sustentando o pensamento meritocrático (não vou aprofundar na meritocracia).
O esquerdista de hoje é visto como "comuna filhinho da mãe Cuba, protegidinho do pai Marx (e Engels)", quando na verdade, quem diz isso não possui quase noção nenhuma sobre uma coisa e a outra.
É frustrante ver o operário do lado de lá do muro que nos separa, quando deveria estar do lado de cá ajudando a derrubá-lo. O rico não o quer lá por bem, ele só lhe serve para ser usado feito marionete. 

A classe operária continua sofrendo um processo de desfavorecimento social institucionalizado, mantido por quem tem poder e capital. É tratada como "o sinônimo de desonestidade, bagunça, e outro bilhão de ofensas". E até quando isso se sustentará?
Até quando você aceitará a burguesia privatizando tudo que está ao alcance (inclusive os direitos que a Constituição da Republica Federativa do Brasil assegura à todos)? Até quando as falas da classe dominante se manterá em prevalência e as da classe dominada será silenciada? Até quando eles criarão robôs escravos submissos? Até quando o pobre será desumanizado?

"Proletarier aller Länder, vereinigt euch!" (tradução aproximada: "Proletários do mundo todo, uni-vos!" - palavrinhas de Marx).

Gosto também, das palavrinhas de Lefebvre que diz: "Só a classe operária pode ser a portadora de sua revolução..." e ainda completa dizendo que a representatividade politica é de grande importância para o povo, é um dos meios para que a revolução seja possível. E como o mesmo diz, "somente os partidos intelectuais de esquerda realmente se importam com a parte desfavorecida na sociedade". Tire tua conclusão.

(via)

Somos maiores, então façamos com que nossa voz (a voz do povo) seja ouvida com importância... A essa altura, você já sabe para qual luta você se alistou! Conscientize-se, diga não ao retrocesso, lute sem temer e resista!

Esse é um assunto amplo e complexo e não sei porque decidi tocar nessa ferida,  uma vez que não me considero "a politizada" (sei o básico, mas no Brasil de hoje, entender politica é requisito). Abordei somente uma partícula do todo. E se você também não se considera politizado, junte-se a mim para tratarmos de nos politizar e não ficarmos à mercê dos porcos corruptos elitizados.
Não esqueça de deixar teu comentário! Opine, permita que o pensamento salte fora para analisarmos juntos!!!