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ponto [cego] de vista

sábado, 10 de março de 2018 Nenhum comentário
as balizas ditam o que não podemos, focamos tão somente nisso e nos esquecemos do que podemos, juntos e sós. é questão de estar no lugar que estamos: quem está em sobre-vista, tem privilégio sobre quem está em sub-vista. são falsos visionários, falsos filhos da falsa meritocracia. 
não é que não podemos, é que quem vê primeiro - ocupando o camarote por tempo indeterminado - pega o que é bom e só deixa as sobras - ou nem isso. é o privilégio  geográfico, físico e não físico.
a nossa utopia acontece agora, mas não aqui. num outro espaço. e nesse momento é banalizada por outrem que nos deixou as sobras...
nosso tempo é agora! invadamos os impérios sem bater o barro da galocha.
 
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