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O padrão de vida moderna

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

O novo modelo de formação de vida, está cada vez mais moderno. Ferindo e tornando indigna, a relação social na escala homem-homem.

Tudo é individualizado, a coletividade deixou de ser promovida - e consigo, o interesse pela democracia - todos anseiam por uma vida autossuficiente, ninguém quer 'precisar' do outro. Competitividade em tudo.

As habitações, todas reservadas, com o menor contato possível com o externo. Os utilitários, pessoais, nada de coletivos ou partilhar carona. A vida na cidade, só acontece o necessário: comércio e serviços. As coisas se desenvolvem nos bastidores, nada se vê, nada se partilha.

O problema do outro, é só do outro, sustentação do pensamento meritocrático, aflorado: "cada um tem o que merece!". Empatia abaixo de zero.

O conceito moderno de se viver, assassina o sentido da vida.

O direito à vida está sendo negligenciado, enquanto robôs estão sendo produzidos para servir. Trabalha, trabalhar, trabalhar; acumular matéria... Menos participação na sociedade civil, e enquanto isso: "o Estado que decida!".

É preciso reconfigurar os sistema de formação de vida social, enxergar a importância da relação humana. 
Que sejamos sensíveis o suficiente, para aplicar vida no que é vivo, e tornemos essencial a nossa coexistência. Não sejamos sujeito-objeto. Que sejamos corajosos! Emancipemos-nos!


Se não eu, quem te fará feliz?

domingo, 26 de março de 2017

(egoísta! / via)

Tenho conhecido algumas músicas  que consistem em letras com conteúdo abusivos, fantasiadas de amor, paixão e ciúme carinhoso.
A grande maioria trata-se da história de um antigo relacionamento, onde uma das partes (90% dos casos, a mulher) se ausentou/rompeu o mesmo. Ou então, conta a história de alguma mulher que o homem está afim de 'possuí-la' e fará o não possível para 'adquirir' a mesma.

Os gêneros são variáveis (sertanejo universitário, rock/pop nacional...) e possuem afirmações tais como: "nem ele nem eu", "ele quer ser eu mas não é", "proibida pra mim no way", "se não eu, quem vai fazer você feliz?", "já tô namorando antes de você aceitar, já te assumi""vim acabar com essa sua vidinha de balada /vai namorar comigo, sim! /se reclamar, cê vai casar também/ seu coração é meu", "tem uma câmera no canto do seu quarto /um gravador de som dentro do carro /e não me leve a mal se eu destravar seu celular com sua digital"...

O 'síndrome de possessão' vai além de (apenas) egoísmo. Quando se faz presente, uma das partes fica a mercê do transtorno emocional, e consequentemente o relacionamento se fragiliza. Entra em jogo a ausência de respeito e empatia pelo sentimento e vida alheia, dois dos princípios indispensáveis para uma relação saudável. Isso, quando se trata de uma relação palpável, pois por mais problemático (e nojento) que seja, existem pessoas que agem da mesma forma antes mesmo de estar numa relação existente. Isto é preocupante.

Um dos pensamentos mais errôneos quando se rompe uma relação é de que nenhuma outra pessoa no mundo será capaz de 'fazer feliz' @ antig@ parceir@. Para estar numa relação, antes as partes devem estar felizes e plenas consigo (embora pareça clichê).
Recomeços e segundas chances são consequências vitais inevitáveis e necessárias, ainda que dolorosas. E no principio sempre parecerão não possíveis e inadaptáveis, mas a resistência e paciência contínuas, são essenciais para o sucesso progressivo.

Ninguém se apaixona forçosamente! Ninguém é propriedade privada e o sentimento deve ser reciproco. Emancipar quem não se sente bem contigo, não é prejuízo. Pratique compreensão, amor e empatia com quem você diz amar.