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re·sis·tên·cia

quarta-feira, 5 de setembro de 2018 Nenhum comentário
resistência foi ela querer continuar, quando recusei as setas e segui fora da curva.



contrapoder

terça-feira, 4 de setembro de 2018 Nenhum comentário
se desmedido meu proveito
apague as luzes e não me olhe na penumbra da saudade,
perdida,
sem rumo

anuncie, pois, 
da pedra mais alta da cidade
pra que outras moças não comprem o meu paradoxo.
_
se as propostas de parceria te desafiarem a ser inconsistente em tuas verdades, querida, não se corrompa. desaposse-me do meu bem!

po·e·si·a

domingo, 2 de setembro de 2018 Nenhum comentário
poesia é o que ela diz entre as nossas primeira e última hora.



re·vo·lu·ção

sábado, 1 de setembro de 2018 Nenhum comentário
revolução é o que ela faz entre a chegada e a despedida.

quase!

sexta-feira, 3 de novembro de 2017 Nenhum comentário
🍀

me bagunça numa escala que estremece e transcende tudo de sagrado que me há. me sonda, libertando - porque permito - todas as vísceras que enjaulei por anos e sem querer, escrevo quase tudo o que tinha calculado guardar. não tem meu não. é involuntário como me esforço para aprender os seus caprichos. nada pesa, tudo pulsa.

quase ao seu dispor: tudo de bom que sinto e tudo que ouso chamar de meu. quase juro majestosamente. muso, muso, muso!
ao seu dispor: quase tudo que, escrevendo, me escapa dos dedos. minúsculas demais - eu, as frases, as palavras e as letras - para grafar a plenitude.

quase!

atrevidamente me avessa, põe quase tudo para fora, mas não se retira.

deve ser...

quinta-feira, 2 de novembro de 2017 2 comentários

deve ser de amar, sentir o calor dos vasos que vibram e agitam o líquido fervente e espesso que impulsiona a vida permitida. deve ser de amar, cada estrutura microscópica justaposta, que respira e inspira a querer ficar ali, para sempre - e fazer dos corpos uma unidade só. deve ser de amar, os movimentos do conjunto de vértebras no ápice da saudabilidade, que flexionam em compasso repetitivo e acolhedor dizendo que ali o abrigo é seguro. 

deve ser. 

a gente aprende a aprender de corpo longe, sem prender. 

o tempo que voa não volta para devolver o tempo perdido. haja vida para recuperar se eu for esperar.

escorrendo pelos vãos dos dedos dos que estão em prontidão para me segurar e esquivando dos olhares observadores que prometeram me decifrar até quando eu não souber como e quem sou, sigo avançando. negando para os que não sabem enxergar. em silêncio - é quando mais falo.

atividade extemporânea

terça-feira, 31 de outubro de 2017 Nenhum comentário

(disse que lançou indiretas ao vento:

"- Liberdade não é uma das filosofias do sentir?"

quem dera tivessem me alcançado a tempo
e tocado mais pro-fundo.

chegaram!
perdidamente frias e desfiguradas.)

emancipação em massa

domingo, 29 de outubro de 2017 Nenhum comentário
doo sem doer e esperar

sanidade intensa e no lugar

ausência de ordem absoluta, cada um onde queira estar

sinto tanto, que dilata,
as trancas se fragmentam

enquanto respirar, arderei sem queimar

emanciparei sentimentos,
em massa.

resposta negativa

segunda-feira, 16 de outubro de 2017 Nenhum comentário
eu que dispus aos teus desejos, renunciei ao primeiro:

"- leve-me ao fim do mundo!"

seria um desbarato, pular ao fim vida e ter que te amar depressa.
 
Desenvolvido por Michelly Melo.