vítima

quinta-feira, 12 de abril de 2018
ora,  não sinta! não sinta responsabilidade pela frustração alheia, oriunda de uma expectativa nunca jurada pela sua boca. 
não sinta nada além do que realmente precisa sentir: seus sentimentos, intrínsecos e que não devem explicações à outro indivíduo.

não há julgo meu sobre sua cabeça. não há preço à ser pago para habituar meu eu. não sou recruta-refém.
pelos seus antecedentes, me basta sua tranquilidade; pelo presente, me basta sua paz.
não, não sinta por mim nada do que - ainda - não sente por ti.

Nenhum comentário

Postar um comentário

 
INÍCIO | PRA TI SOU ELI | CUBO URBANO? | EU, VITIMISMO | ARQUITETURA | POESIAS | CONTATO


Desenvolvido por Michelly Melo
Ilustração por Gabriela Sakata
CUBO URBANO 2014 - 2018