monumental

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018
das ondas dos pelos à borbulha do sangue

em nome do tempo,
ao seu corpo,
não há poder para eventos destrutivos

és arquitetura viva,

que em meio aos descasos,
foste escolhido a dedos cansados de bater em pontas de pedras mortas
que em meio as ruínas,
recebeste restauro.

Nenhum comentário

Postar um comentário

 
INÍCIO | PRA TI SOU ELI | CUBO URBANO? | EU, VITIMISMO | ARQUITETURA | POESIAS | CONTATO


Desenvolvido por Michelly Melo
Ilustração por Gabriela Sakata
CUBO URBANO 2014 - 2018