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Eu, vitimismo: Capítulo IV - Não somos todos iguais

segunda-feira, 31 de julho de 2017

(ph: Tainan Silva)

Mais um capítulo lírico-comum.

Essa falácia incessante que diz que "somos todos iguais"; me irrita, me faz refletir e me toca toda vez que leio ou escuto.

Juro, juro que tento entender o que vos convence a acreditar neste argumento. Essa sociedade, máquina de moer carne humana e digerir espírito, não promove a tal igualdade que tanto fala. Fala por hábito ou senso comum. Não se pode, 517 anos depois, ainda ter a audácia de se recusar a entender a causa e respeitar a luta alheia.

Não somos todos iguais, se tu trata os grupos da minoria como sinônimo de obsolescência humana. Teu higienismo é sujo.

Não somos todos iguais, se tu acredita em meritocracia e defende 'as suas conquistas', com o argumento de que todos possuem oportunidades iguais. Não, não faça os vulneráveis acreditarem que não merecem benção de suas divindades e que por este motivo estão onde estão.

Não somos todos iguais, se tu acredita que não é útil educar pessoas pobres, afim de mante-las te servindo e varrendo o chão que pisas. Ou se queres, que elas continuem sendo invisíveis, sem conhecimento a nível básico que seja, para que não tomem ciência de seus direitos e saiam do anonimato, denunciando toda sua opressão.

Não somos todos iguais, se tu comemora a destituição de governos democráticos e progressistas, mesmo sabendo em que dimensão chegará a deficiência, para os que dependem dos programas sociais. Ou se priva alguém, de seus direitos.

NÃO, NÃO SOMOS TODOS IGUAIS, se tu não abre mão dos teus privilégios para o outro usufruir de parte dele. 


Quero viver para tangir a emancipação desse povo. Hoje, essa parcela é como a tartaruga, daquela fábula 'A lebre e a tartaruga'. Caminhando devagar, resistindo e confiante de que um dia cruzará a linha de chegada. A diferença, é que essa tartaruga nunca partiu do mesmo ponto inicial que a lebre, sabotaram-os.  As lágrimas se secarão e não será por desidratação.
. . .

Mulher-objeto e o mercado masculino

domingo, 30 de julho de 2017

(paula gonçalves - via)

Entre as diversas violências contra a mulher, as que causam transtornos psicológicos também têm jogado com todas as cartas. O mercado dos padrões, age como uma espécie de processo civilizatório, de modo a deturpar a imagem feminina, fazendo com que  mulheres fiquem insatisfeitas com seu próprio corpo.

Civilização esta que oferece o benefício da evolução, e como sempre, o mercado e suas munições são os que lucram com essa infelicidade alheia.

O que me trouxe essa reflexão, foi um notícia sobre a grande demanda de moças que estão se submetendo a procedimentos cirúrgicos em suas vaginas, de modo a priorizar mais a estética que o bom 'funcionamento' do órgão. Brasil é lider nesse tipo de procedimento, e, mais problemático, parte das que se submetem são ainda virgens: a prevenção da possível rejeição do que nunca foi apresentado.
"- Nasci de novo" - relata uma das moças. 
O cenário é para além de preocupante, uma vez que ela o compara ao ato do nascimento, como se tivesse recebido uma nova oportunidade para viver.
Outro fato que me ocorreu: assistia ao programa "O mundo de Jacquin", quando numa reunião com os amigos, o protagonista comparou a mulher brasileira com um corte de carne animal e continuou a discursar como se não houvesse nada errado, além de outras definições e suposições misóginas.
As várias facetas do padrão são invasivas e prisioneiras, e todas as mulheres estão a mercê. 

Todo dia um novo conceito do que é ideal, para atacá-las. Quem não se submete, não merece nem se quer um olhar masculino. Como se fossem superiores.

Viver para quem? Para o mercado carniceiro de satisfação masculina? Ser mulher-objeto? Ou massinha de modelar?

Ressignificaram. Inventaram belezas surreais e aboliram a diversidade e assimetria da vida. Oferecem liberdade para consigo mesma, mas na real, são cativeiros que as acorrentam. Estão querendo produzir bonecas em massa, ridicularizando e marginalizando todas as exceções. 

Aparentemente, o esforço para que eles sejam capazes de sentir desejo e afeto por uma mulher, é quase inatingível.
A estratégia que usam, é plantar guerra 'de você contra você mesma', de modo que caia nas garras da não autoaceitação e extrema insegurança, consequentemente fazem apologia - digo, imposição - para se submeterem aos tais métodos - métodos que se estendem ao infinito, sendo cirúrgico ou não. A perturbação impositiva que tortura e emaranha o interior, que aumenta ou diminui a intensidade dependendo da classe e etnia.

“No livro Sejamos todos feministas, Chimamanda afirma que “o modo como criamos nossos filhos homens é nocivo: nossa definição de masculinidade é muito estreita”. Por isso mesmo, segundo ela, “abafamos a humanidade que existe nos meninos, enclausurando-os numa jaula pequena e resistente”.”
“É inaceitável que qualquer tipo de opressão contra o sexo feminino ainda seja um hábito de uma parcela da população masculina.” (Educando as crianças para o feminismo? - via)

Mulher, tu não existe para orbitar em torno de eixo machista/misógino. Você é linda em sua naturalidade singular. Se deseja mudar, que seja por tua própria saúde fisica e mental.

Feminismo e sua importância essencial. Violência não são só os casos que recebem registro policial.

Se ainda não conhece nosso espaço oferecido para apoio, acesse o link abaixo. Meus ouvidos são para ti.
Eu, vitimismo

Um luxo: Consumir carne animal

sexta-feira, 28 de julho de 2017

(ilustrativa ao texto - via)


Contrapondo os que assim pensam, não desgosto da carne animal. Conscientemente, me submeti ao ovolactovegetarianismo (consumo apenas de derivados e não carne, e, antes dos questionamentos: minha progressão não será radical), pós uma analise das consequências sucessivamente devastadoras, no mercado pecuário; e pelo reconhecimento e respeito à vida.
Cobrança na alimentação alheia jamais o fiz, que seja justo, o conceito de liberdade!

Utopicamente, seria maravilhoso se todos pudessem escolher o cardápio do dia. A maioria da sociedade, escolheria carne animal como acompanhamento. A fila do açougue nunca está vazia, todos os fast foods (exceto veganos e afins) leva este ingrediente. Tem para todos os variados gostos. A demanda é gigantesca.

Quem está presente na fila do açougue e do fast food todos os dias (ou quase), necessita de uma renda mensal plausível para tal. Os indivíduos de uma família de baixa renda, por exemplo, prioriza as necessidades básicas da vida.

"Consumir animais é um luxo: uma forma muito clara de concentração da riqueza. A carne acumula recursos que poderiam ser compartilhados: são necessárias quatro calorias vegetais para produzir uma caloria de carne de frango; seis para produzir uma de porco; dez calorias vegetais para produzir uma caloria de vaca ou de cordeiro. A mesma coisa acontece com a água: são necessários 1.500 litros para produzir um quilo de milho, 15.000 para um quilo de carne de vaca. Isto é, quando alguém come carne se apropria de recursos que, compartilhados, seriam suficientes para cinco, oito, dez pessoas. Comer carne é estabelecer uma desigualdade brutal: sou eu quem pode engolir os recursos de que vocês precisam. A carne é um estandarte e é uma mensagem: que este planeta só pode ser usado assim se bilhões de pessoas se resignarem a usá-lo muito menos. Se todos quiserem usá-lo igualmente não pode funcionar: a exclusão é condição necessária — e nunca suficiente." - A era da carne, via El País

Acima, uma análise que conceitua claramente sobre o consumo inconsciente dessa proteína animal. Acredita-se que assim continuará, até que seja forçada a decisão de reduzir ou extinguir o consumo, devido aos problemas de saúde provenientes (substancias cancerígenas, gorduras, drogas injetadas para os resultados...) - não esquecendo dos perigosos embutidos. Obviamente, a "casa grande", proprietária e sócia do mercado pecuário encontrará outra forma de explorar os subordinados.

O consumo de carne não é proibido, mas devido a excessiva busca pelo capital, as consequências maléficas vêm aumentando sem freio; tanto na saúde quanto na sociedade. No comércio pecuário, a liberdade é utópica: animais não possuem direito à vida, alguns humanos possuem direito a escolha pelo consumo da proteína, outros não possuem o direito ao acesso à uma alimentação balanceada.

Completei dois anos sem carne animal, em 27 de julho de 2017. Não excepcional, não impositiva, tampouco com síndrome de superioridade; mas numa constante busca pelo conhecimento e consequências das circunstâncias sistemáticas sobre a vida, respeitando - como sempre - a escolha e filosofia alheia.

Micro reflexão elaborada há um tempo:
Sob o tapete da pecuária





Como limpar a parte branca do tênis, sem muito esforço?

quinta-feira, 27 de julho de 2017

Hoje, um tutorial acessível e maroto para aquele teu tênis parceiro voltar a ser branco. Encontrei a receita na internet e adaptei. 

antes

Precisarás de:

  1.  02 colheres de sopa de bicarbonato de sódio 
  2. 0,1 litros de de vinagre branco
  3. 04 litros de água (aproximadamente)




Adicione o bicarbonato ao vinagre e espere concluir a efervescência. Feito, coloque a mistura na água e mergulhe o calçado.



Deixe agir por 24 horas, retire da água e esfregue com uma escova.
depois


 A parte preta deste que usei, é confeccionada em verniz. Se o seu for composto de tecido (algodão e afins), apenas esfregue a mistura, sem a água, na parte que desejas limpar e enxague.

E aí? Ficou limpinho, não?

"Cê é linda, cê é boa, cê é importante!"

terça-feira, 25 de julho de 2017

(ph: Tainan Silva)
Não me disseram que sou linda, boa e importante. Demorei, mas, descobri quase sozinha. Algumas mulheres pretas intelectuais me influenciaram. Minha beleza não é só estética. Minha bondade fomenta. Minha importância é peculiar.

Não sou propriedade escravocrata, ou objeto satisfatório, ou fortaleza inabalável. Não sou o que querem que eu seja. Eu sou o que quero ou não, ser. Sinto fraqueza quando preciso sentir. Tenho desejos. Sou meu templo, só meu.

Não preciso de oportunidades por pena, ou perdões forçados. Minha ação é voluntária. Um ou dois perdões não valem para 517 anos.

Não preciso de seu elogio reproduzido impulsivamente. Se sinto orgulho por quem sou não foi tu quem ajudou edificar.

Se preciso de cotas sociais para acessar o conhecimento, não sou privilegiada. A culpa é sua pelo apodrecimento desse sistema sujo.


Demorei, mas descobri quase sozinha, que tenho o direito de amar e ser livre.

Tu nunca deu um passo por mim, por que ainda queres que varra seu chão?
Não sou sua opção, sou minha prioridade!

Hoje, 25 de julho, Dia Internacional da Mulher Negra Latino Americana e Caribenha. Seguimos juntas, apoiando e mostrando o quão incríveis somos, pela vida e contra toda violência!





"Todas as cartas de amor são ridículas"

segunda-feira, 24 de julho de 2017

(ilustração de Anja Wicki - via)

uma carta ridícula, à se acumular ridiculamente aos pés da memória; à se arquivar perdidamente, nos ventos que divagam entre as doze colunas do templo que edificam o reino divino...

no navegar dos ares noturno, suspirando no mais compreensivo ritmo, me conduzi à pensar acerca do terremoto que ainda me balança. pusilânime, a julgar pela inofensibilidade que me tens. hora outra, desejei este terremoto e um tanto mais, jurando solenemente que permaneceria feito rochedo.

pobre indivíduo, grão de areia duma praia qualquer e distante daqui, não honraria o juramento sob a primeira tempestade tua que sobreviesse. faria o sentimento se envergonhar por ter escolhido a mim.

hei de me aquietar, manter o terremoto reprimido. hei de fortalecer a estrutura, preparar uma outra chegada:

- pises como em cascas de ovos, adentres cautelosamente: coração quebradiço!

✅Ler: Todas as cartas de amor são ridículas, de Álvaro de Campos.

gratidão

sábado, 22 de julho de 2017

(ilustração de Bodil Jane - via)

não permitirei que partas
se permitires que eu não permita
talvez no futuro encante-me
outra vez,
se permitires.
pela parceria
sincera
momentos
gentileza
após tantos abandonos
idas e não vindas
tentavivas...
sincera gratidão!

o que fizeste até aqui?

quinta-feira, 20 de julho de 2017

(ilustração de Julia Bereciartu - via)

deslizou os dedos sobre a pele dos seios e sentiu a textura das estrias interrompendo a unificação do todo. o colágeno existente deveria estar honrando sua existência, considerando a idade da matéria. o que mais teus seios têm, além das estrias e os dedos quentes ali presentes? uma vida monótona até a velhice? mas são só seios, fazendo valer cada víscera. 
e quanto à si? o que fizeste até aqui? omitiste sentimentos, externalizaste coisas incríveis com indivíduos mais incríveis que as coisas, partilhaste momentos prazerosos, iniciaste processos que lhe colocara em dúvida sobre a continuidade... enésimas reticências, pausa para pensamentos...
mas, priorizaste cada segundo respirado?
passarão-se os tempos e te resumirá a reticências? reticências indicam interrupção. escolhera que, reticências não mais seriam dignas para lhe representar. 
"o que se destrói quando se distraí? o que se constrói quando a vida vai?"
tic tac, tic tac, tic tac... hora dessas, acordarás no paraíso..

extrusão

quarta-feira, 19 de julho de 2017

(ilustração de Kathrin Honesta - via)

se precisar implorar pra ficar
é hora de permitir o adeus
desabrigar 
individualizar
dualidade, é a dois
perdoe quem foi que disse que é comum doar sozinha
fardo pesado é não saudável
acalme
apague (não precisa ser de vez)
insubstituível? nem pensar
tu é jardim de primavera o ano todo
a erva daninha que procure outro lugar.

Arquitetura inclusiva?

quinta-feira, 13 de julho de 2017

(fotografia ilustrativa ao texto / archdaily, acesso em 13/07/2017 às 20:20)

Antes de escrever este texto, pesquisei alguns escritos sobre arquitetura inclusiva. Curiosidade esta, provocada a partir de uma publicação nas redes, deste projeto da foto acima.

Trata-se de um edifício de uso misto (comercial ou residencial) inclusivo com apartamentos flexíveis destinados à estudantes, jovens casais, solteiros ou pessoas idosas...
Em algumas analises breves e superficiais, nota-se que o projeto não é inclusivo em sua plenitude. Considerando que o mesmo possui somente escada (pessoas idosas?), calçada lateral inclinada no sentido transversal (acessibilidade?)... Mas deve-se considerar outros valores que foram priorizados, tais como: consumo racional dos recursos naturais, fortificação das relações sociais comunitárias, inclusão social da classe trabalhadora...

"[...] arquitetura inclusiva é a arquitetura que respeita a diversidade humana e gera acessibilidade para todos." (definição genérica da internet)

A inclusão, na arquitetura sociológica não deve ser generalizada, trata-se de diversas oportunidades que podem ser (estão sendo) proporcionadas: promover a independência aos portadores de necessidades especias; promover acesso ao espaço social; mobilidade urbana; direito à moradia (flexibilidade, economicamente includente, humanização...); direito à cidade (ser parte dela); direito e acesso aos equipamentos públicos sem restrições...
O contexto e infraestrutura urbana onde a arquitetura será aplicada, é de essencial importância para o funcionamento da proposta, de modo a zelar pela qualidade de vida e bem-estar da pessoa humana.

A relação homem-espaço não tem priorizado o humanismo. Ao contrario do que muitos a consideram, a arquitetura não é só mais produto para embelezar a vitrine do capitalismo.

Arquitetura é sensibilidade, humanismo, abrigo, história, proteção, afeto, bem-estar, flexibilidade, poesia, arte-técnica[..] Arquitetura não é casa-dormitório, produção em massa (cópia e cola), tampouco exclusividade da classe dominante. Arquitetura é funcional, direito à moradia digna é respeito à vida.

✅Leia também: A cidade como produto na vitrine do capitalismo

O silêncio entorpecente...

quarta-feira, 12 de julho de 2017


O vero intuito de sororidade (irmandade) está a cada momento mais disperso: feminismo seletivo e excludente, nós por nós e girls power para todas, exceto para a de classe e etnia vulnerável. Esta só serve para servir, ideologias colonizadoras perpetrando vidas.

Não quero fazer parte da fatia que não honra o significado de sororidade. Ainda acredito no 'nós por nós' - ainda que utópico -, seletivo e à minha maneira.

A demanda do opressor é o teu silencio.

Se você deseja partilhar algum fato, me envie um recadinho. Disponibilizo os ouvidos da alma (vale áudio de duzentas horas), doo apoio emocional e sirvo um cafezinho virtual. Prometo paciência, compreensão e respeito...

📩urbanocubo@gmail.com

Conteúdos consumistas fazem mais sucesso?

segunda-feira, 3 de julho de 2017

(imagem ilustrativa ao texto / via)
Há não muito tempo assisti a um vídeo sobre sucesso, onde uma moça dizia que as pessoas a perguntavam porque ela não fazia sucesso com o conteúdo produzido e postado no Youtube.

Os blogs, revistas, canais, páginas, perfis (e outros) que 'mais fazem sucesso', claramente são os que produzem conteúdos que de certo modo fazem apologia ao consumismo, exibindo composições de fotos e dicas que fazem saltar os olhos, divulgações patrocinadas pela marca X, e o crescimento é certeiro. Todos gostam de estado social notável e reconhecido.

Sucesso possui um conceito intrínseco e relativo. De modo exemplar, o Cubo urbano, ainda um bebê, alcança um publico N com média de 75-90 visualizações diárias quando divulgado. Impossível de se comparar com outros blogs que acompanho e tenho conhecimento de que possuem um número absurdo de visualizações diárias. Independente do número, para mim é sucesso. 

Acredito que o conteúdo chega a quem se interessa pelo mesmo. Não é valido ter inúmeros acessos irrelevantes. O certo é, pouca gente (considerando toda a massa que possui acesso a esfera digital) se interessa pelo assunto que o Cubo e outros meios relacionados compartilham. Majoritariamente, as pessoas estão perdidas e sem tempo (ou paciência) para pautas reflexivas.

Sucesso, para o outro, é algo distinto do que me é. Conquista, para mim, é atingir o alvo certo/desejado pelo caminho que tenho disponível, de modo satisfatório a mim e ao outro..

O que é sucesso para você?



menino 'basquiart', 2017.

sábado, 1 de julho de 2017







natural, sem filtro


foto inspiração


FICHA TÉCNICA:
Nome: Menino 'Basquiart' - menino: pela morte ainda jovem e basquiart: basquiArte
Elementos da composição - Traços em lápis de cor, cor preta, Faber Castell; Cabelo em fios de lã, cor 0940, Círculo da linha Mollet; Vestimenta em colagem de papel, texturas extraídas de revista e papel color set. 
Dimensões: Altura 0,193 m x Largura 0,15 m. 
Duração da criação: Inicio em 21:37 de 30/06/2017 e conclusão em 01:12 de 01/07/2017.
Desenvolvido por: Elizena Belizário.

CONCEITO:
Delicadeza e simplicidade impressas na flor de papel, de modo a provocar um olhar de reflexão sobre sua história, contrapondo a visão de agressividade devido aos seus traços 'com pouca técnica' (antes de ser classificado como integrante dos movimentos estéticos: neo-expressionismo e primitivismo). Expressividade nas diversas estampas escolhidas, referenciando o vigor e emoção contidas em suas obras. 

NOTA:
A solitude tem sido companheira e pontual, temos encontros inesperados a qualquer hora e escolhi tratá-los como experiencias positivas, prazerosas, artísticas e reflexivas. Sob controle do meu espirito.

Permitida a reprodução total ou parcial do conteúdo desde que a autoria não seja omitida.


Para download: Papel de parede calendário - 1600px x 1200px (clique na imagem para download em tamanho original)