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Cativador irresponsável

sábado, 1 de abril de 2017

(via)

Em algum momento de tua vida, (provavelmente) conhecera alguém que teve a audácia de cativá-l@. Alguns ficaram, sustentaram a responsabilidade. Outros, saíram para nunca mais voltar. Outros, só tiveram a intenção de provar o seu "poder de conquista", alimentaram o ego e estavam certos de que não ficariam desde o inicio. Outros, fez isto ingenuamente. Outros...

O cativador pode ser aquele que jamais se esforçou para tal . É possível conhecer o outro sem literalmente o conhecer (creio fortemente nisto), e diante disto, o mesmo estará propenso à te cativar sem ter conhecimento ou sem te conhecer, um exemplo, é a relação fã-ídolo. Neste caso, a situação inclina à ser saudável. 

Quando trata-se de você-fulano, (a amplitude é divergente da situação anterior) esta pode não ser das melhores probabilidades que poderia ter acontecido. Pode ser problemático, pois dificilmente saberás qual o momento em que deverás interromper este vínculo vivido por apenas uma das partes. A vontade sempre será de adiar o fim e permanecer no incerto. Querer viver o inconcebível, é perigoso.

Difícil é, desvincular-se do outro que se faz importante em tua vida. Quase sempre, ninguém planeja o rompimento de uma relação (seja qual for: amorosa, amizade...), o que causa impacto direto no comportamento físico e mental. 

A superação da perda do que nunca esteve contigo, é um obstáculo gigantesco.

Se você tem conhecimento do perigo, certamente o evitará. Mas em sua maioria, este sentimento usurpa o sistema de proteção que você garante para consigo, consequentemente te invade. 
Em alguns, resulta em maior impacto que aos outros.

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