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Modo sobrevivência, abismo social e a emancipação utópica

domingo, 26 de fevereiro de 2017

(via)

Sobreviver, é a continuação da existência pós algum acontecimento. 

É do conhecimento de todos que grande parcela da humanidade vive à mercê dos ataques danosos psicológicos e/ou físicos. Mas sempre existem os que de alguma forma são atingidos com mais frequência, por exemplo: o individuo que sofre genocídio étnico subentendido (subentendido = o institucionalizado que finge que não é), o desfavorecido socioeconomicamente (que sofre exploração trabalhista diária), o alvo do preconceito lgbt+, entre outros inúmeros.

Elaborei uma parábola (não sei se posso chamar assim) para facilitar o entendimento. A vida em sociedade te presenteia (cavalo de Tróia) com uma corda, ao nascer. Com o seu crescimento e desenvolvimento de capacidade cerebral, perceberá que nem todas as cordas são iguais, que alguns receberam um cabo de aço com bitola de alta resistência juntamente à  equipamentos de proteção individual, outros receberam barbante fio n. 04, cordas de náilon, canudo de plástico... Concluirá então que a não igualdade te abraça no berçário (se bobear, antes de tua mãe). 

Pós presentear, coloca sob os teus pés uma cratera gigantesca e você passa a usar o material recebido para o auto sustento
O tal abismo social (a cratera), te puxará constantemente a fim de ceifar teu oxigênio, ou te cansar a ponto de você pedir desistência e ser declarado derrotado.
Quando você é o individuo que recebe ataques danosos frequentemente, consequentemente entra em modo sobrevivência, e o teu maior desejo passa a ser que ao término do dia ainda esteja em vida (você passa a viver pela luta contra a não interrupção da vida e não viver a vida - usufruindo dos prazeres).

Por medo da ação-reação social, muitos omitem a verdade sobre si e continua a esconder o que gostaria que todos soubessem. Talvez se revelasse a verdade, o abismo agiria com força maior e poria fim em tua existência com mais rapidez, como tem feito com muitos. 

A vida socialmente injusta, não permite que todos sejam realmente livres, na verdade o que ela  tem oferecido até agora é a pseudo-liberdade. Ela diz que você pode ser o que/como quiser, mas te limita a isto, induzindo-o ao padrão socionormativo. Padrão este que não se importa se você tem condições de se submeter ao mesmo ou não, ela só quer que você seja.

(via)

Há os que tocaram/tocam a superfície, por meio dos dos ombros alheios cansados, mesmo tendo em mãos os cabos de aço de alta resistência (explorar o outro é mais saboroso?), o verdadeiro significado de "subir na vida". 
Aos demais, a real emancipação parece ser utópica, pois está para além do horizonte. Como atingi-la  se ainda não lhes foi possível nem a saída do abismo sub-superficial?


Nóia, gay e periférico

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

(autoria: lidyane ponciano / via)

Recentemente tive a oportunidade de assistir um vídeo no Facebook onde um menino (aproximadamente 17 anos) agradecia a importância de seu namorado em sua vida e também pelos meses de namoro. Dessas declarações que pelo menos 70% dos casais sentem necessidade insaciável de compartilhar as respectivas relações, publicamente.

Arriscaria dizer que é desnecessário, o amor sentido/vivido não deve ficar exposto à qualquer intempérie evitável. Mas não compete-me ditar o que é melhor para cada casal, existem diversas maneiras de expressão pelo sentimento de um ao outro, e talvez esta possa ser uma delas.

Chamam de nóia, a pessoa dependente de entorpecentes. De periférico, a pessoa que habita nas comunidades em estado de vulnerabilidade social. De gay, a pessoa que se relaciona amorosamente com outra de gênero igual. 
Problematicamente, se você for apenas um destes três, significa que é automaticamente rejeitado pela massa.

Os meninos do vídeo, aparecem com tatuagens espalhadas pelo tronco corporal, usam alguns acessórios (óculos Juliet (ao mais íntimos, Juju), boné aba curva, bermudas praianas...).
Diante disto, surgiram os integrantes do Poder Judiciário virtual que nomearam-os de chavosos, nóia, vida loka...  Você não diz que alguém é vida loka se não você não sabe qual é o conceito deste termo para ela (uma pessoa vida loka, segundo a internet e algumas pessoas, é individuo infrator que corre diariamente em busca de algo para ser teu (seja alimentos, objetos, utilitários, moeda nacional...) se aventuram e não respeitam o limite. Mas, pode ser ainda, uma vida difícil, com muitos obstáculos desvinculados ao crime, a serem solucionados.). E você não diz que alguém é nóia, partindo de suas vestes e/ou características físicas.

Sem novidade alguma, o ódio foi destilado no campo para comentários...


(extraído do facebook)

Sem empatia, o Poder Judiciário virtual e anti-ético digita/elabora textos medonhos. Na maioria das vezes, estes valentões, são integralmente diferentes no âmbito familiar. São filh@s, marido/esposa, amig@s incríveis quando estão em companhia dos teus. Virtualmente agem com diferença. Ética? Só na presença de quem desejam cativar.

Amor seletivo não é amor. Ou você é capaz de amar ao próximo independente das diferenças, ou você não ama a ninguém. Ou ainda, você não ama a ti mesmo (uma vez que seu 'dever' enquanto em vida, é amar ao próximo como a ti).
Amar ao teu próximo, este é o segundo dos maiores mandamentos. Já refletiu se tuas ações deixam teu Deus orgulhoso d@ filh@/amig@ que és? Não é o amor, o núcleo de tudo que possui vida?

E se você não crê em Deus algum, nem no amor, ao menos respeite. Não doe o ódio que você não quer receber. Não deixe de doar ódio, só porque pensas que poderia ser alguém da tua família. Deixe de doar o ódio, pelo outro ser uma pessoa humana, feito você.

Aos pais, ensinai aos vossos filhos a não odiar o outro. O preconceito ceifou/ceifa milhares de vidas (por meio de violência física e psicológica), não seja tu, participante deste extermínio...

#empatiapresente #resistirsempre

Ela é como se fosse da família!

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017


(via: arquivo pessoal - mão que me segura desde 27 de janeiro de 96)

Este é uma exposição do pensamento e sentimento íntimo da uma filha de uma empregada doméstica.

Dona Jane, minha mãe, começou sua relação com o serviço doméstico remunerado aos 14 anos. Família pobre, com 6 filhos e os pais. Imigraram para o perímetro urbano e expostos à um estado de vulnerabilidade, tiveram que se dispor a qualquer trabalho para que fosse possível a sustentação da casa.
Como é sabido, quem começa trabalhar aos 14, consequentemente perde o direito à educação. À época, a mão de obra infantil era institucionalizada (ainda é em alguns lugares, pois a atividade pecuária é responsável por 40% da mão de obra escrava no Brasil, distribuída entre crianças e adultos).

Mais tarde foi sancionado a Lei Nº 8.069, DE 13 DE JULHO DE 1990, que se dispõe sobre a proteção integral à criança e ao adolescente no Brasil. Neste período, a jovem Jane, completava duas décadas e três anos.

A atividade doméstica remunerada, em 2016, empregava 6,9M de mulheres, em sua maioria analfabetas.
Embora,  uma profissão oficial (digo, reconhecida pelo MT), a imagem da empregada doméstica está amplamente relacionada ainda ao período escravista.
Me aventurei buscando algumas vagas para exemplificar para você e me surpreendi além do esperado. A intenção era de relacionar os requisitos e distribuição de atividades vs. remuneração ofertada, mas o que me fez querer tecer este pensamento aqui, foi o difícil e o restrito acesso às vagas.

Pelo menos 70% das vagas estão ocultas em plataformas pagas: Provavelmente quem procura emprego, precisa do dinheiro. É impossível aplicar o que não tem. 90% só recebem currículos via e-mail: A grande maioria possui somente o ensino fundamental (ou nem isto) e não se consideram aptas para elaborar um currículo, ou não possuem um e-mail por não ter domínio na informática.
Entre outros pontos que quase impossibilita a materialização da participação no processo seletivo. As vezes acaba ficando só no desejo.
As atividades impostas são inúmeras, como já dito, muito parecidas com mão de obra escrava (não digo todos), pois se cobra muito por uma remuneração que mal paga o feijão dos filhos.

As que são mães, passam mais tempos com os filhos de seus senhores que com os filhos de seu próprio sangue. Estas são tratadas como: braço direito, mãe preta, 2º mãe, tia, quase da família...


(via: @lucianafialho / acesso em 16/02/2017 às 12h am)

Muitos 'romantizam' e classificam estes dizeres como amorosos, mas não são. Acima uma foto publicamente compartilhada por Luciana Fialho (a qual desconheço). Estes 20 anos que a Tereza passou servindo a família, ela poderia infelizmente ter perdido o acompanhamento do desenvolver de seus filhos. E com certeza, deixou de viver suas expectativas pra viver a vida alheia.
(via: @lucianafialho / acesso em 16/02/2017 às 12h am)

Problematicamente a atividade doméstica remunerada é 'liderada' por mulheres pretas (ou descendentes com fortes traços - a preta de pele clara -, mas isto não quer dizer que só elas ocupam esta posição). Genericamente, racistas (ou qualquer preconceituoso que seja) se apoia no Fulano preto que eles conhecem, o que não cicatriza ferida alguma.

A imagem da empregada doméstica, está relacionada ao ser não pensante, que faz somente o que lhe mandam, sem debater, sem denunciar a infração. E quanto à valorização da empregada doméstica, poucos a reconhecem socialmente (a minoria). Algumas ainda se submetem à negação de seus direitos trabalhistas e pois precisam do emprego e temem as consequências da denúncia.

O fato é que a cultura racista/misógina que sustenta a ideologia meritocrata/capitalista neoliberal, deseja todos os dias que estas mulheres se perpetuem, que passem de mãe para filha, neta e sucessivamente, para que eles sempre tenham a quem explorar.

Enganaram-se, as filhas das empregadas, a negritude vulnerável, estão sendo 2x melhores (é o que pede a injustiça). Conquistando altas pontuações em vestibulares cobiçados, a vitória da irmandade é a vitória de todos. "Tentaram nos enterrar mas não sabiam que eramos sementes."

Efeito do condomínio privado sobre a cidade

sábado, 11 de fevereiro de 2017


(via)

O conceito de cidade, não é um só. Existe uma amplitude de fatores que provam isto, existem também diversos estudiosos, jornalistas, escritores e urbanistas que já contribuíram com os seus pensamentos quanto à isto.

Raquel Rolnik, urbanista e  professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP), autora de "O que é cidade", livro este que ela discorreu sobre seus múltiplos olhares sobre a cidade, enquanto: produto para atrair indivíduos externos, livro de histórias culturais e de seus habitantes e outros.

O processo de urbanização da cidade, não é simples. O planejamento urbano é essencial para que o resultado seja uma cidade que atenda às necessidades de todos.
A cidade é um livro aberto onde a escrita é a história de seu povo, desde seu nascimento.  É também um cenário de vivencias sociais, culturais e outros, ou seja, possui função. Necessita de uma infra-estrutura que valorize sua respectiva densidade humana.

Jane Jacobs afirma que mesmo que o poder público/privado tenha capital excedente para investir no planejamento urbano, ainda assim isto não se auto sustenta. Nem só de capital vive o planejamento urbano, embora o mesmo dependa bastante da economia. Pois se assim fosse, não teria tantos bairros em condições de vulnerabilidade de lazer, moradia e mobilidade urbana.
O fato é que o investimento socieconômico publico/privado não soluciona problema algum, se o mesmo for aplicado de forma incorreta.

A idealização do condomínio residencial privado, desde o principio, foi pensando em assegurar plenitude  de conforto e segurança. Para Jane Jacobs, ao invés disto, o condomínio privado desperta o interesse do infrator para adentrar o espaço. O mesmo pensa que "se está fechado, certamente existe coisas de valores armazenadas dentro dos muros" e então, o discurso de segurança, perde a sustentação.

Em minha cidade, existe um complexo privado de uso múltiplo, onde os idealizadores prometem satisfazer as necessidades das famílias contemporâneas com elegância e exclusividade: apartamentos de 68,00 m² à 215,00 m². O empreendimento conta com apartamentos residenciais, comerciais e corporativos. Reúne num lugar só, quase tudo que é essencial para a vida humana. 


Isto parece ótimo para quem conseguiu adquirir. Mas não acredito ser bom para uma vida saudável em sociedade, pois uma vez que o morador tem quase tudo ao seu curto alcance, o mesmo não necessitará sair de seu raio de conforto e isto resulta na não-promoção da socialização humana.

Ainda referenciando Jane Jacobs, ela acredita que as vias da cidade, contribuem fortemente com a segurança para todos. Se as mesmas possuírem uma ótima infraestrutura, iluminação, conservação física, consequentemente promoverão um fluxo constante de transeuntes e automóveis. Crianças não terão medo de brincarem no período noturno, pessoas não terão medo de ficar debruçadas na janela de seus dormitórios a observar o movimento. E isto promoverá ainda, a segurança de todos, pois o transeunte terá o pensamento de que enquanto tiver alguém a observá-lo, nada maldoso lhe acontecerá.

Se o planejamento urbano fosse tratado com seriedade, não seria necessário a implantação de condomínios. É fato que os mesmos não garantem a segurança plena, talvez somente confortabilidade. Jacobs considera que os condomínios horizontais e verticais são barreiras visuais e limitam a paisagem urbana.

Cada vez mais, constroem-se condomínios privados na cidade e isto fortalece a segregação socioespacial econômica enquanto oferece uma segurança utópica aos moradores dos mesmos.
Vale analisar também se estes condomínios estão sendo implantados num ponto dentro do contexto, pois este de minha cidade não condiz com o entorno e fora locado onde poderia ser implantado um parque ou outro equipamento que atenda as reais necessidades dos cidadãos do local.

O planejamento urbano é importantíssimo e nenhum pouco simples de ser elaborado, mas é o primeiro passo para que uma cidade tenha um bom desempenho. Lembrando que deve se pensar na cidade como uma metamorfose, para que posteriormente não seja necessário o processo de reurbanização, o que seria mais complexo ainda (e quase nunca acontece, por isto o mau funcionamento nas grandes cidades).

Concluindo, acredito que a vida em sociedade merece uma nova oportunidade para nos cativar. Não apoio o fim dos condomínios privados já existentes, apoio o inicio de novos pensamentos críticos, ao invés de somente implantar empreendimentos que têm por objetivo conter a vida do morador num só espaço. Pois como já foi abordado acima, a segurança oferecida é incerta.

**
Referências: Resenha de Morte e vida de grandes cidades, Jane Jacobs 2000 (via Vitruvius) e livro O que é Cidade?, Raquel Rolnik.

Violeta chic - Esmaltes Risqué

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

As unhas da semana anterior foram estas. Usei o Violeta chic da marca Risqué. Na verdade não há muito o que dizer, a cor me é cativante, o produto é de fácil espalhabilidade e ótima cobertura.







Estas foram alguma imagens. E aí, gostou da cor?

Reconhecer o privilégio da branquitude é diferente de estar disposto a abrir mão dele

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Recentemente um vídeo da estréia do programa da emissora Globo, "Tá no ar" enfebreceu no Facebook. O nome do vídeo é Branco no Brasil. 

É protagonizado por Marcelo Adnet. Superficialmente o trabalho me foi interessante, mas coube uma breve análise. 

Marcelo Adnet, homem branco bem-sucedido, denunciando universalmente, o racismo no Brasil. Uma colega de rede social levantou uma questão: quantos negros existem na equipe de Adnet? Nenhum (e se tem, se quer apareceu na foto tirada que também está na internet. e se não apareceu, porque? então prefiro pensar que não tem).

Os negros, são sinônimo de monstruosidade (que rouba, mata e faz tudo é fora de lei), causam estranhamento em diversos ambientes e segundo os opressores: só servirmos para servir. Negros morrem pelo sistema racista todos os dias. RENEGADOS, uma vez que "não são filhos" de quem disse que colonizou o país. Negros são infratores só por existir (pois estão fazendo o uso da vida, que por sinal eles não têm direito, não é?!)

OS NEGROS, DENUNCIAM O RACISMO TODOS OS DIAS E SÃO CHAMADOS DE VITIMISTAS. Há que diga que exageram nos fatos e enxergam coisas onde não tem.

Quando o branco fala, todos escutam e assinam sob o que eles escrevem. Ainda mais se for branco com fama. Todos se levantam, aplaudem e jogam confetes, e o cara branco famoso passa ser o maior revolucionário da história negra no país. Todos passam a enxergar que realmente existe racismo e que os brancos possuem inúmeros privilégios.

O homem branco NÃO deve se apropriar do local de fala do homem negro, pois também é uma forma de silenciamento e revogação de seus direitos.
De nada vale o branco reconhecer o privilégio branco, se não está disposto a abrir mão dos mesmos. Enquanto isso, o protagonista reforça e endeusa sua própria imagem pública e midiática, e o número de negros na TV continua a ser desproporcional, o número de negros nas universidades continua a ser desproporcional, uma vez que a população do Brasil é predominantemente negra.

516 anos e 39 dias de Brasil e o retrocesso ainda em prevalência! Que problemático, não?!

Pão de mel - Vult comstética

domingo, 5 de fevereiro de 2017

Ultimamente, criei coragem e comecei a usar algumas cores marcantes nas unhas. Decidi que compartilharei com você, as cores e marcas que eu usar e gostar.

Nesta semana, passei o Pão de mel da Vult cosmética. Adorei a cobertura brilhante. Como sou eu quem faço (embora minha irmão seja manicure - mas como diz o ditado: em casa de serralheiro o espeto é de madeira), isto significa que não fica (nem ficará) em perfeito acabamento.
Preço aproximado: R$5,00 a R$7,00.
Enfim, espero que gostem!!! 😊







Fotos de arquivo pessoal, sem filtros e com luz natural.

Aniversário do blog - 3 anos de gratidão!

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017


Para quem me acompanha desde o inicio, tem conhecimento de que esse pequeno espaço já se submeteu a diversas e incríveis mudanças. Nesta postagem expliquei vagamente sobre o nome que leva hoje.

Pude conhecer pessoas incríveis que me deram e continuam dando um apoio gigantesco. São muitas.

Este espaço é um grão de areia ainda, mas já me proporcionou um conhecimento e tanto. Aprendo com cada postagem, com cada assunto, que na maioria das vezes, são assuntos corriqueiros.

Já passei por momento difíceis, como todo humano, e esta foi uma das formas que me ajudou a melhorar.


Com exatidão, ontem (02, fev, 2017) o blog completou 3 anos. Nunca comemorei antes, talvez por falta de tempo (ou pouca importância) mas hoje, isto realmente é parte de minha vida (não sou diferente do que mostro aqui).

Quando a ideia de criá-lo me veio à mente, hesitei e posterguei por um tempo. Pensei que não daria conta, e realmente já deixei a desejar, congelei por um bom tempo, mas posteriormente isto se espalhou da mente para o coração.

É imensurável o tamanho da gratidão que sinto por você está aqui. Descobri recentemente que tem pessoa desde 2014 comigo, isto é incrivel! E a cada novo seguidor, vibro com a mesma intensidade do principio.

Sou grata.
À Jesus pela oportunidade;
À minha mãe e irmã pelo apoio gigantesco;
À você que me oferece tua companhia.

E em minhas orações, rogo ao meu Deus que te ame e te cuide...



O que uso na pele

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Raramente preparo e maquio minha pele e admiro um tanto as mulheres que saem toda produzidas seja qual for a hora do dia.
Não saio sem absolutamente sem nada nada: corrijo as sobrancelhas e passo "pó de arroz", mas só elaboro (quem vê pensa haha) um pouco mais quando saio de noite.

Como a maquiagem não é uma das prioridades neste momento de minha vida, opto sempre pelo produto com melhor custo e resultado. Separei o essencial para indicar à você!



  • Primer HD Abelha Rainha - aproximadamente R$23,00
Ótimo rendimento, por espalhar facilmente na pele, facilita bastante na hora da aplicação da base.



  • BB Cream Avon - Hoje, aproximadamente R$42,00 mas quando comprei me custou menos de R$30,00.
Ótimo rendimento, fácil cobertura da pele. Porém deve-se espalhar rapidamente pois seca imediatamente e se continuar espalhando ela esfarela.



  • Pó compacto Vult - aproximadamente R$30,00
Fácil de espalhar e também tem um bom rendimento.



  • Lápis para sobrancelha Avon - aproximadamente R$20,00
Para quem entende de maquiagem (que não é meu caso), creio que ele não seja tão legal, mas me satisfaz enquanto amadora. Ele não permite um contorno definido.



  • Batom líquido Abelha Rainha - aproximadamente R$12,00
Fácil aplicação, secagem rápida e longa duração. Porém a cor desbota facilmente, necessitando de retoque com bastante frequência.


E aí, me indique algo que você usa!!!!

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