nome blog

A festa é minha, sua e de quem quiser...

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

(Alepo, Síria - 2016)
"...Hoje a festa é sua; Hoje a festa é nossa; É de quem quiser; Quem vier
Nesses novos dias; As alegrias; Serão de todos; É só querer..."


Esse é o bordão da Globo tv em todos os finais dos anos. A autoria é de Cecilia Dale e não tenho ciência se a musica foi apropriada pela emissora ou se foi escrita especificamente para a situação.

A letra não deixa de ser bonita mas penso que a mesma falta com respeito para com muitos. Têm-se ciência de que as comemorações do final do ano são amplamente divulgadas como sinônimo de regozijo. Mas não é, para muitos.

Sei que é deselegante problematizar tudo na vida, pois como você sabe, em tudo deve-se encontrar algo bom. Peço perdão por não conseguir conter-me e calar-me diante de situações que tocam o meu coração.

Para muitos de nossos iguais, ainda é tempo de guerra, miséria, fome, sofrimento e ser vitima da desumanidade. Ainda é tempo da falsa invisibilidade, da ausência de amor, compaixão e compreensão.

É novo tempo para quem? Para os levantinos, não é. Para quem está em guerra, não é. Para o senhor Luiz Carlos Ruas que sofreu uma violenta interrupção em seu curso vital, não foi. Para a família periférica não assalariada que não pôde oferecer uma ceia digna aos filhos e acontecerá o mesmo na transição anual, não é. Para os filhos das ruas que sentem fome insaciável sob os viadutos, não é. Para os que sofrem de invisibilidade social, não é. Para as vitimas do desamor, não é. Para quem tem poder e capital e ausência de amor, ele ainda não sabe, mas também não é. Para os renegados, não é...

Para outro milhares de iguais a nós, continua sendo um tempo antigo e sombrio. Os dias continuam sem alegria, acreditam que os sonhos não mais serão verdades, não esperam pelo futuro.
Esses milhares, novamente não foram convidados para a festa. Hoje a festa não é deles!

Do lado de cá, no meu quarto escuro, rogo a Jesus pela vida de todos. Então, peço encarecidamente que você também rogue ao teu Deus, pela vida todos. Peço ainda que quando o teu coração estiver em festa, que lembre-se de todos e seja infinitamente grato pelo momento...

O desejo da minha alma é que você, todos os demais e eu possamos ter uma transição anual, digna de nossas vidas. Acredito que essa seja a ultima postagem deste ano, não me cansarei de agradecê-lo por estar aqui comigo. Gratidão pela companhia, pelos comentários e por todo o apoio, posso dizer que sou apaixonada por este pequeno espacinho que me é proporcionado...💝 

Sob o tapete da pecuária

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

(foto ilustrativa à postagem - via)

A ideia do vegetarianismo surgiu dentro da sala de aula, pós um vídeo traumático, daqueles que conscientizam sobre o que você provoca ao meio ambiente. Eu e Giovanni (um amigo) apertamos as mãos e prometemos ao outro que não comeríamos mais carne animal. Honrei nossas palavras por aproximadamente uma semana. Ele nunca levou a sério (hahahaha).

Passaram-se mais de um ano, e cá estou, completando exatos 1 ano e 5 meses em 27/12/2016. Ovolactovegetariana (isso significa que não me alimento de carne, mas sim de proteínas derivadas  como o ovo e muçarela...).

No principio, deixei de comer por compaixão aos animais. Me tornei mais uma bobona no mundo, segundo as pessoas próximas. Tive a oportunidade de conhecer o lado nutricionista de todos que nunca se importaram com minha alimentação. 
Não me alimento bem até hoje e não me orgulho disso. Não moro só (e nem conseguiria no momento) e sendo assim, minha mãe cozinha para todos. Todos comem carne, então você já imagina qual é o desfecho no jantar. Não culpo ninguém, menos ainda minhã mãe por eu não conseguir me alimentar bem e o necessário para que meu corpo seja capaz de estar saudável.

Fiquei com esse pensamento de "é pelos animais" por muito tempo, até assistir ao filme Cowspiracy: O segredo da sustentabilidade. Continua sendo pelos animais, mas continua sendo também pela Terra, pela pessoa humana e demais.

A pecuária brasileira é internacionalmente conhecida e o país está no topo do ranking de produtores. O Brasil abastece o mercado interno e ainda atende a demanda externa, que é vasta. Quem tem capital o suficiente para se manter numa vida digna, busca a bisteca do sete no açougue do mercadinho da rua de trás, toda semana. O outro que tem capital muito acima da média, busca o baby beef no hipermercado do centro, todo dia. Cada um compra o produto que lhe cabe no bolso! Alguns, carne de primeira, outros, carne de segunda.

Novamente, a indiferença pela vida do próximo que ninguém enxerga! A carne de qualidade superior, possuí o preço para lá de alto, sendo assim, quem tem pouco capital ou o suficiente, consequentemente comprará a carne de qualidade média-inferior. Em casa, foram incontáveis as vezes que compramos carne moída de segunda, sem se quer saber a origem. Se o país é a mãe do mercado de gado de corte, porque ainda permitimos que pessoas consumam carne de qualidade inferior? Se o produto não serve para uma pessoa humana, não serve também à outrem.
  • > A pecuária é o setor que mais contribui com produto residual para mundo. Resíduos contaminantes não-recicláveis são liberados ao meio ambiente diariamente, uma vez que nenhum tratamento ainda é eficiente o bastante de atender a demanda. É também uma das vilãs da Amazônia, segundo estudo apresentado à Organização das Nações Unidas em 2009 (após o governo vigiar a Amazônia por satélite). É responsável por pelo menos metade de emissão de CO2 no país e sem duvida tem parcial participação na mudança climática global (desmatamento, incêndios).

Em 2009 possuíamos 200M de cabeças em todo o país, sendo que 1/3 se concentrava na Amazônia. Segundo o Ministério da Ciência e Tecnologia, o Brasil emitiu 2,2 bilhões de toneladas de gases-estufa em 2005.

  • > Mais de 50% da água potável mundial, é destinada à pecuária para a produção de carne, leite, ovos, lã, couro e outros. Uma em cada 5 pessoas que vivem nos países subdesenvolvidos, não possuem acesso à água potável. Para a produção de 1kg de carne, em especifico, é necessário 15K de litros de água.

  • > Aproximadamente 50% dos grãos produzidos no mundo são destinados para ração animal (70% da soja e 80% do milho, entre outros alimentos ).

  • > A pecuária é a atividade econômica que mais recruta a mão de obra escrava, a chamada lista suja do trabalho escravo, participa em pelo menos 80% dos casos. (via - acesso em 22/12/2016 às 22:21)

Não adicionarei aqui, fotos horripilantes das atividades que sucedem diariamente nos frigoríficos, para te fazer sentir compaixão (se quiser, você mesmo faça isso, o Google está ao teu dispor). Não venho por meio deste, propor o fim da atividade pecuária. Está fora de pauta, uma vez que o capitalismo é altamente dependente deste setor. Também não acredito que no mundo ideal, todos devam se adaptar à dieta vegetariana/vegana.

O meu desejo é que todos possam tomar conhecimento dos poucos fatores que citei e se conscientizem. Não precisa deixar de fazer uso de produtos de origem animal, reduza o consumo se possível (ainda existe uma gama de fatores recolhidos sob o tapete). A dieta vegetariana/vegana não é coisa de gente bobona. A causa é bem maior. 


The ruling class e o proletário direitista

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

(fotografia ilustrativa à postagem - via)

Parte do título da postagem está em inglês, um dos idiomas considerados universais. Não se preocupe se você não sabe qual é a tradução, eu também não entendo bem o inglês, somente algumas palavrinhas corriqueiras e o título da postagem diz: A classe dominante e o proletário direitista.

Se como eu, você ainda não teve a oportunidade de se matricular numa aulinha de inglês, ou se matriculou tarde, ou ainda se você deixou alguma prioridade em stand-by durante um tempo para estudar, sinto em dizer que você é um individuo desprovido de capital (e não faz parte da classe dominante. uau, não sabia?!).

Se você não faz parte da classe dominante, convenhamos que é incabível, vestir o chapéu do capitalismo se você não tem capital. Mas se você é esse individuo desprovido e ainda veste o chapéu, sinto em dizer que você é o famoso pobre de direita.

Abaixo você pode analisar o funcionamento do sistema capitalista. Basicamente uma pirâmide alimentar social, onde o predador nunca desce do pódio e a presa trata de lhe manter servido.

(via)

Pobre direitista ou pobre esquerdista, independente disto, você continuará sendo os pilotis da elite. Na arquitetura, segundo o arquiteto suíço Le Corbusier, chama-se de pilotis o conjunto de pilares que sustentam uma construção, definição essa que infelizmente cabe perfeitamente ao pobre na sociedade.

A classe operária é bastante útil para a classe com capital excedente. Vale lembrar o pensamento sobre utilidade que fiz em uma postagem anterior.
A força de trabalho que produz o produto da industria bilionária, é proveniente do individuo operário. O operário também necessita da moradia e do transporte (e de outros), sendo assim, ele termina por fazer financiamentos para conseguir adquirir os mesmos. O produto, é da elite. A agência de financiamento, é da elite. Quase tudo que ele possui, é proveniente da elite (se não tudo (exceto o que é imaterial)).

A classe dominada, dever lutar à favor do igualitarismo social. Entristeço toda vez que vejo um pobre sustentando o pensamento meritocrático (não vou aprofundar na meritocracia).
O esquerdista de hoje é visto como "comuna filhinho da mãe Cuba, protegidinho do pai Marx (e Engels)", quando na verdade, quem diz isso não possui quase noção nenhuma sobre uma coisa e a outra.
É frustrante ver o operário do lado de lá do muro que nos separa, quando deveria estar do lado de cá ajudando a derrubá-lo. O rico não o quer lá por bem, ele só lhe serve para ser usado feito marionete. 

A classe operária continua sofrendo um processo de desfavorecimento social institucionalizado, mantido por quem tem poder e capital. É tratada como "o sinônimo de desonestidade, bagunça, e outro bilhão de ofensas". E até quando isso se sustentará?
Até quando você aceitará a burguesia privatizando tudo que está ao alcance (inclusive os direitos que a Constituição da Republica Federativa do Brasil assegura à todos)? Até quando as falas da classe dominante se manterá em prevalência e as da classe dominada será silenciada? Até quando eles criarão robôs escravos submissos? Até quando o pobre será desumanizado?

"Proletarier aller Länder, vereinigt euch!" (tradução aproximada: "Proletários do mundo todo, uni-vos!" - palavrinhas de Marx).

Gosto também, das palavrinhas de Lefebvre que diz: "Só a classe operária pode ser a portadora de sua revolução..." e ainda completa dizendo que a representatividade politica é de grande importância para o povo, é um dos meios para que a revolução seja possível. E como o mesmo diz, "somente os partidos intelectuais de esquerda realmente se importam com a parte desfavorecida na sociedade". Tire tua conclusão.

(via)

Somos maiores, então façamos com que nossa voz (a voz do povo) seja ouvida com importância... A essa altura, você já sabe para qual luta você se alistou! Conscientize-se, diga não ao retrocesso, lute sem temer e resista!

Esse é um assunto amplo e complexo e não sei porque decidi tocar nessa ferida,  uma vez que não me considero "a politizada" (sei o básico, mas no Brasil de hoje, entender politica é requisito). Abordei somente uma partícula do todo. E se você também não se considera politizado, junte-se a mim para tratarmos de nos politizar e não ficarmos à mercê dos porcos corruptos elitizados.
Não esqueça de deixar teu comentário! Opine, permita que o pensamento salte fora para analisarmos juntos!!!

Entre a paixão e o amor

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

(fotografia ilustrativa à postagem - via)

A paixão é o estado em que você sente que precisa saber tudo que acontece com outro. Quer estar junto acompanhando o que puder. Não consegue se manter quieto, controlar os sentidos. É um sentimento temporário. 

O amor é a afeição extremamente profunda que você sente pelo outro. É a doação e reciprocidade (nem sempre é reciproco) de um sentimento intenso. É a junção de carinho e admiração. É quando você se sente atraído incontrolavelmente pelo outro. Mas essas são algumas das possíveis definições. Não sei se pode ser definido, e se alguém conseguir traduzi-lo completamente, deixará de ser amor.

Tem gente que tem uma nova paixão a cada mês (é crush que fala, né?!) ou semana. Paixão é isso, (mas nem sempre um crush é paixão, na maioria da vezes, é só atração física). Tem gente que passaria uma vida em companhia do outro, sentindo um sentimento com a mesma intensidade inicial. Tem gente que não sente nenhum dos dois.

Você cresce acreditando que o amor causa dor e que é quase inatingível. Os poemas mais lindos dizem isso. Os autores mais conceituados escrevem isso. E se eles dizem, certamente é vero?
O amor possui diversas patologias, coisas passíveis de acontecer com o mau cultivo do mesmo, e quando isso acontece, você realmente acredita que o amor não é bom, que é doloroso. Mas talvez tenha sido somente uma experiencia mal sucedida.

O amor não é sinônimo de dor, perdoe aquele que te fez pensar assim. Permita que ele se apresente à você, uma outra vez. 

Cada branco que conheço, sente medo da cultura negra...

domingo, 18 de dezembro de 2016

(mãe de Jordan Davis - via)

Minha classificação:  (3/3)
Nome: 3½ Minutes, Ten Bullets.
Direção: Marc Silver.
Gênero: Documentário, policial.
Sinopse: Em novembro de 2012, retornando de compras da Black Friday, quatro amigos se envolvem em uma discussão normal com um casal em um posto de gasolina. 3 minutos e meio depois, um dos meninos está morto, após ser alvejado com 10 balas.
Disponibilidade: Netflix.

Para você que ainda não sabe, permita-me dizer que sou fascinada por filme do gênero documentário. Gosto de um filme ou outro (o meu preferido da vida, é New year's eve lançado em 2011, do gênero comédia romântica, haha), mas normalmente quando assisto é por indicação direta ou indireta de alguém. Até aqui, curiosidade informativa, vamos ao assunto!

O documentário "3 minutos e meio, 10 balas", trata-se da história da morte de Jordan Davis, jovem de pele preta, 17 anos.
Não uma morte natural. Um assassinato com a autoria de Michael Dunn, senhor de pele branca, 47 anos. Separados por 30 anos e por um sistema brutalmente racista. O motivo mais plausivel, sem novidade, o racismo, embora Dunn negue até o fim.

Em 3 minutos e meio, um corpo preto escorreu abaixo após receber 10 balas. Outra mãe e outro pai para fazer companhia aos que já sofrem pelo mesmo motivo.

Ambos se encontravam no posto de abastecimento de combustivel, quando Dunn decide pedir que Davis e seus amigos abaixem o som de favelado (hip-hop) que tocava alto no carro. Um dos amigos abaixou mas Davis não contente com o feito, alterou o volume novamente e reclamou com Dunn. Em seguida, Dunn alcançou sua arma e disparou contra Davis.

(Jordan Davis -  via)

No julgamento, disse ter visto Davis lhe apontando um cano, mas para a namorada (que estava dentro da conveniencia do posto comprando bebida, no momento do ocorrido) não disse sobre ter visto cano algum. A namorada, conscientemente não cometeu perjúrio e contou que Dunn não lhe disse que havia visto um cano.

Dito isto, pode-se concluir que o motivo do assasinato, outra vez, foi o racismo. No decorrer do filme, Dunn completa:
- [...] não quero ofender pessoas brancas, mas é que cada pessoa que conheço sente medo da cultura negra! [...]
A família e outros pretos, foram às ruas clamar por resolução do caso com dignidade e respeito à vida de Davis. Coube ao júri chegar ao veredicto. (Não lhe contarei o final para não perder a graça, embora não tenha graça alguma.)

O genocídio racial ainda está presente em nossos dias. Enquanto eu escrevo e você lê, mais um preto morre pelo descaso social. A sede pela hegemonia racial ainda prevalece. Infelizmente.

VIDAS NEGRAS IMPORTAM. VIDAS NEGRAS TAMBÉM POSSUEM O DIREITO DE SEREM VISTAS COM OLHAR DE DIGNIDADE E RESPEITO. VIDAS NEGRAS NÃO MERECEM TER SEU CURSO INTERROMPIDO POR MOTIVOS DESUMANOS.

O fim do sofrimento é só questão de tempo...

sábado, 17 de dezembro de 2016

(da esquerda p/ direita: Aderson Junior, Fabiana Nunes, Thayla Maine e eu)

Convenhamos que essa fotografia não me favoreceu (não que eu seja mais bonita), mas foi sem preparo algum. Quanto a srta. Fabiana, essa está cada dia mais linda! Aos demais, são lindos e alguns dos que alegram as minhas noites nesse curso.

Uma disciplina surge na grade e a principio parecia estar totalmente fora de contexto, me enganei. Quanta complexidade: Sociologia urbana (e posteriormente, arquitetura sociológica). A orientadora? Fabiana Nunes de Oliveira Silva (para mim, Fabi).

Chegou com a melhor impressão sobre os integrantes da classe. Posteriormente, ficou desapontada com a maioria por diversos fatores. Tenho orgulho em dizer que eu e outros, não ficamos dentro do "pack full desapontamento". Até aqui foi só curiosidade, vamos ao assunto...

Uma das primeiras conversas com Fabiana, o assunto foi sugerido por um amigo: "Como você consegue defender bandido, quando na verdade, é crente?" (Fabiana faz parte da mesma igreja que frequento)
Aos religiosos, com certeza conheceu Dimas, o primeiro vida louca da histótia (como disse Mano Brown). Aquele que foi perdoado por Jesus ao se arrepender. Então tire sua conclusão. Aos  não-religiosos que não conhecem a Jesus, menos ainda, Dimas, ofereço o meu perdão.
"Você já imaginou o que acontece com um individuo se lhe trancafiarem num confinamento desumano e superlotado, por um grande periodo de sua vida? E que quando sair ele será tratado como lixo social, vitima do sistema (e que por esse motivo, muitos voltam a refazer o feito?) Completou: - Metade minha é Fé, a outra metade, Ciência!"
Se o amigo ainda tivesse duvida sobre porque defender infrator... Fabiana possui especialização em sistema prisional (seu curriculo é bem mais extenso, mas minha mente é falha e não me permite discriminar tudo). Tem formação também no amor.

Apresentou-me a Sociologia urbana e a Arquitetura sociológica, como ninguém fez até hoje. Fez-me repensar sobre o que vou querer fazer pós conclusão do curso. Projetar residência para a classe com capital excedente nunca foi meu sonho, isso é o que pelo menos 90% dos meus companheiros de sala desejam. Sorte para eles, sorte para mim também, mas anseio algo mais profundo, conciliado com o amor.

Quero vencer sem sacrificar ninguém, sem ver o outro sendo sacrificado. Quero que o povo também vença. Sei a complexidade disso, sei também que somos capazes. Acredito na possibilidade de uma existencia digna para o povo e farei o que puder enquanto em vida para conquistarmos isso. E juntos, conquistaremos!

O fim do sofrimento é só questão de tempo. Embora pareça que o tempo quer perpetuar o sofrimento, eu sei, mas não o fará isso. Em nome do amor, da fé e do conhecimento, tudo é possivel. Mas é necessário acreditar!

Ausência do ser presente

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

(cena de Black Mirror )

Dizer que as pessoas estão desatentas, virou clichê. Percebo (e acredito ser real) que as pessoas não se interessam pelo que está acontecendo num curto diâmetro em suas voltas.

Há alguns dias, cruzaram o meu caminho, um casal acompanhado de outra pessoa. Os três estavam olhando para para a tela de seus telefones completamente "atentos" e não houve triálogo algum ao longo da quadra que pude acompanha-los com. Eles não são únicos, existe uma infinidade desses 3 em cada esquina da cidade, inclusive eu não estou fora disso.

Aquele "papo" de que é necessário se socializar é puramente vero e saudável. O telefone ou qualquer outro dispositivo móvel não é vilão, isso quando você possui auto-controle juntamente com respeito pela presença do outro.

Me sinto uma inútil¹ quando estou a conversar fisicamente com alguém e o mesmo me deixa em segundo plano para checar e investigar as notificações recebidas. E nesse caso, não estou usando do egoísmo, porque se o mesmo checasse o telefone vez ou outra, não me importaria (talvez estivesse a esperar uma mensagem realmente importante). 

¹ Segundo Clóvis de Barros Filho, em A felicidade é inutil:
"Quando uma coisa é útil, o seu valor está fora dela (o colírio é útil porque limpa os olhos, o veiculo é bom porque permite o deslocamento para um lugar aonde você não está) tudo que é útil tem o seu valor fora. portanto, se um dia você for chamado de inútil não fique tão triste assim, ao te chamar de inútil estão tentando te dizer que (no seu caso, raríssimo no mundo de hoje) o seu valor está em você mesmo." (Então, neste caso, sinto-me lisonjeada ao ser tratada como inútil!)
Esses dispositivos se tornaram membros do corpo humano de tão dependentes que tornamos. São infinitamente úteis e não estou sugerindo um possível desapego, isso está fora de pauta. Somente sugiro-lhes (isto cabe também a mim) que façam o uso do discernimento quanto ao momento em que o outro precisa de tua atenção. Quando estiver só, o tempo será todo teu e de teu dispositivo.

(cena de Black Mirror )

Ofereça aos teus, uma presença  real e intensa (fala de Pedro Paulo S. Pereira, vulgo Mano Brown). Mostre interesse enquanto o outro dialoga com você (caso contrário, será um monólogo), talvez por um descuido, uma palavra tua dita de boca para fora, pode ser ouvida do coração para dentro (podendo causar um efeito surpresa: tanto bom quanto ruim).

Respiração com cheiro de luta

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

(fotografia por Luiz Evangelista - via)

Vivemos num espaço em que o sistema dita todos os teus deveres enquanto civil na sociedade e que ao mesmo tempo, não lhe oferece (pelo contrário, nega) condições dignas de um cidadão.

Recentemente um assunto que ainda é considerado tabu, foi bastante debatido por todos, nas redes sociais e também por mim, com os meus amigos. O aborto. Legalizar, não legalizar, legalizar só para quem pode pagar, não legalizar... Os que se dizem à favor da vida, efervesceram bravamente, se tornaram doutores e juízes para palpitarem sobre.

Os que se dizem à favor da vida, de modo genérico defendem suas ideias baseando-se em crenças religiosas (de modo genérico amigos, não estou universalizando). Também possuo crença religiosa, mas é necessário saber dividir o campo da fé com o campo da ciência.


(fotografia por Luiz Evangelista - via)

Em contrapartida, o mais horripilante é que eles não dão tanto valor à vida como pregam. Não enxergam as condições que vivem os meninos das ruas, chegam a negar-lhes a vida e desejar-lhes a morte por alguma determinada situação. Esses meninos tornam-se adultos e nenhum progresso vital acontece: não recebem a oportunidade de educação, moradia digna, trabalho remunerado, infraestrutura urbana, usufruto de órgão públicos...

Eles (os defensores da vida) não se importam realmente com toda e qualquer vida, somente com as que lhes interessam, as vidas que merecem (vidas burguesas). Sentem compaixão e amor seletivo, mas amor seletivo não é amor.

O sistema multiplica suas vitimas dias após dias e os pró-nascimento (vulgo, pró-vida) também não se importam. A classe oprimida se instala na cidade por conta própria e não conta com apoio nenhum (ou pouquíssimo) do poder público. A desconsideração pela vida alheia, é tamanha. Novamente, o sistema obriga-lhes a sobreviverem aos seus modos. Sem apoio ou incentivo social e econômico.

 (fotografia por Luiz Evangelista - via)

Os guerreiros da vida dormem todas as noites, com um único propósito (alguns não têm nem teto): estar pronto para o combate diário na manhã seguinte. Não se sabe se ainda estarão em vida na próxima, na próxima e na próxima manhã.
Se todas as vidas possuem valores iguais devem então serem tratadas com o mesmo amor que é pregado.

Aos que tem força e ciência, gritai por quem não é ouvido. Aos que tem fé, rogai por todos. 

Sou grata pela tua vida

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

(foto ilustrativa à postagem - via)

"A palavra que lhe define não existe. Se colocarem no dicionário ela não mais lhe representará. Pois somente o que é intangível e inimaginável pode lhe significar e somente não dizendo é que consigo expressar tudo o que sinto por você." (Jean C. Barusso, em Não-dito)

Na madrugada anterior estava insone. Comecei a ler um livro mas logo decidi que o melhor a fazer naquela hora, seria assistir alguns episódios de uma série. 

Propus-me uma oração matinal e procrastinei mais uma vez. Orei em pensamento. Tenho ciência de que Ele fica chateado a cada vez que não me ajoelho, por falta de forças. Roguei perdão pelas falhas, fui grata pela vida, família e amizades. E claro, pela tua existência.

Sem a tua vida, o universo não seria inteiro. As tuas amizades não saberiam o verdadeiro significado de fidelidade, carinho e respeito. Os teus amores não seriam presenteados com a honra do teu amor.

Sou grata, por ter a quem amar e compartilhar teus momentos felizes e teus momentos de perdas. Sou grata ainda, pela existência da receptora de todo o teu afeto.

Participe da enquete

(via) 

Convido você à participar da enquete que estará disponível até 30 de dezembro, 2016. Tens 3 opções (abaixo) para assinalar e me ajudar a produzir o que você mais gosta de ler. 😊

  • Problemas sociais/sistemáticos: Compartilhar o meu pequenino (bem pequeno mesmo, haha) conhecimento relacionado à Sociologia, História, Políticas publicas e outros.
  • Indicações de livros, documentários/filmes e blogs: Fazer síntese sobre o que eu assisto e leio.
  • Texto autorais sobre afeto: Produzir esses "textozinhos" sobre o amor, carinho e amizade (que eu amo!).
Podes também sugerir outro tema que goste. O widget está na coluna esquerda da página (mas escreva nos comentários, se preferir). É de grande valia a tua participação e lhe ofereço a  minha gratidão por estar aqui!!!!

Carta ao vento

domingo, 11 de dezembro de 2016

(Mallu Magalhães - via: Folha de SP) 

"Estou aqui, sentindo sua falta. Desejando estar contigo a todo momento, pensando em você, fazendo planos (automáticos em minha mente), querendo cuidar de você, ser aquela amiga que mesmo em silêncio conforta, ser companheira, amante, ou apenas alguém para ouvir como foi o seu dia.

Sei o bem que você me proporciona, o bem que você me faz, isso eu sei. Só de imaginar enquanto escrevo, sinto a sensação das nuvens proporcionado com cada momento contigo. Sim, uma sensação de bem-estar capaz de levitar, que deixa a alma e o espírito tão leve que esqueço de tudo e só desejo continuar a sentir aquela sensação.

Queria saber o que acontece do outro lado, enquanto eu estou aqui, com meu sentimento recolhido, sentindo a dor por ser sincera e intensa.

Ah se você soubesse o bem que desejo lhe proporcionar. Cada sorriso que desejo ser a causadora.... seja através de uma tarde de domingo, cuidados, carinho, viagem, até mesmo na realização de sonhos... quero estar junto, quero batalhar junto, quero vibrar junto, quero sentir a perda junto.

Finalizo com um leve sorriso no rosto... Um modo de dizer pra mim que tudo iria ficar bem. Ao mesmo tempo que tento fazer com que esta sensação de que tudo vai ficar bem, me domine, agora, e também chegue até você, de alguma forma, com o vento..."

Silva, Fabiana Nunes de Oliveira. Recortes do texto "Carta ao vento"

:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::
Envie o seu texto (ou poesia/poema) para ser publicado aqui. Me contate pelo menu "fale comigo". (Sou receptiva e adoro ler pensamentos alheios) 💛 
:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

Representatividade midiática e a quebra de paradigmas

sábado, 10 de dezembro de 2016

(maravilha da foto: Tess Holliday - via: BuzzFeed) 

Neste momento estamos presenciando o auge da quebra de paradigmas (não para todos, infelizmente, pois ainda existe o individuo que se nomeia  "conservador de padrões") e ouvir que: ser chamado de magro é elogio; que você é uma negra com traços europeus, ou que é uma negra bonita; que é bela mesmo sendo gorda; que sua beleza é exótica por algum motivo referente à suas origens ou por portar alguma patologia proveniente do corpo humano; que para um homossexual você até que tem um bom comportamento, é preocupante!

O Sistema fez (e continua fazendo) questão de instalar estereótipos no teu cerne. A mídia é fortemente influente e a sua maioria  gosta de se referir pejorativamente à parcela menos favorecida na sociedade, exaltando e privilegiando sempre "os que naturalmente já usufruem das vantagens sociais" e novamente reforçando (e tentando sustentar) o pensamento meritocrático.  
Nos veículos de comunicação, os menos favorecidos quase não tem representatividade (salva-se um caso ou outro, raramente, mas não convêm fazer um julgamento tomando como base um caso isolado). 

Acreditar e considerar que o belo é somente os que se adequam aos padrões sistemático, é um tanto desalmo. O erro foi no inicio, quando definiram e ditaram o que é prazeroso aos olhos humanos e o que não é, esquecendo (isso se esquece?) que pessoas possuem essência e sentimentos e que podem ser feridos facilmente.


(maravilha da foto: Liniker de Barros - via: Jornal Opção) 

Quando o tema é a não-representatividade midiática, é possível atribuir isto à diversos fatores e subfatores.
No mercado por exemplo (incluo todos os setores existentes), é possível encontrar produtos determinados para um grupo específicos de pessoas. Melhor dizendo, todos os produtos disponíveis são produzidos para um grupo especifico, idealizados e criados para tal. E se o outro individuo que não está dentro das diretrizes estabelecidas pelos produtores optar por fazer o uso do produto, consequentemente sofrerá julgamento social. 

Existe um tal discurso de que n coisa não funciona com x individuo, que até amedronta. A mídia anda lado ao Sistema sempre tentando desprivilegiar a minoria e definindo o que cada individuo tem direito, partindo de sua posição social econômica.

O Sistema brasileiro encontra-se corrompido: alguns elementos funcionando pela tangente, outros completamente sem norte. É desmotivador querer se tornar revolucionário quando se sabe que o nosso cenário hoje vem rejeitando a revolução impiedosamente. Mas transbordo-me de orgulho ao saber que existem jovens idealizando e participando de movimentos sociais revolucionários conscientes.

A quebra de paradigmas não deve se estagnar onde está, é uma batalha continua que necessita de sustentação até o momento em que todos verdadeiramente poderão ser livres (porque convenhamos que a liberdade de hoje, é na verdade uma pseudoliberdade).
É necessário desconstruir o senso comum e começar a fazer o uso do olhar sociológico. Permita-se enxergar além da superfície, sinta sede de conhecer e analisar o que é considerado bizarro. Comece agora! Comece por você! 

O carinho não é valido quando vindo da pessoa errada

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

(foto ilustrativa ao texto - por: Morena Mariah e Yuri Costa, 1º Sarau Afrocena) 

"...Um simples sorriso; ou às vezes um olhar; e que se vem da pessoa errada; não conta..." (Ainda há tempo - Criolo)
Quem nunca recebeu um "sorrisão" de alguém desconhecido pela rua? Quando isso me acontece, sinto uma das sensações mais gostosas do universo. Para receber ou oferecer um sorriso, não existe momento oportuno, qualquer momento é momento.

Gestos espontâneos podem mudar o desenrolar do teu dia, quando bem recebidos. Um desejo de boa tarde, um elogio sincero, um olhar de admiração ou agradecimento.

É comum que todos os dias você crie expectativas relacionadas à pessoas especificas. Que você espere um sorriso, um abraço ou aperto de mão de determinada pessoa. Mas não são todos os dias que você recebe algum gesto dessas pessoas e acaba se sentido frustrada/o.

(foto ilustrativa ao texto - por: Morena Mariah e Yuri Costa, 1º Sarau Afrocena) 

O que você deseja que o outro faça a ti, faça também ao outro. Não escolha quem impressionar, não deixe de oferecer carinho a algum individuo porque você não o conhece. Não receba com pouca importância, só porque não veio de quem você gostaria que tivesse vindo.

Troca de carinho é uma das ações mais ricas existentes. E não estou falando de carinho tocado, na pele, sim de carinho sentido pelo coração. 

E se alguma vez seu gesto de carinho não for bem recebido, não se sinta do dever de parar. Talvez nesse dia, o outro não estava bem e não soube reagir a situação. Talvez tenha sido sem maldade.
"As pessoas não são más, elas só estão perdidas.'' (Ainda há tempo - Criolo)

A superficialidade que incomoda

domingo, 4 de dezembro de 2016

(foto ilustrativa ao texto, via)

Quando a conversa é prazerosa você não percebe o tempo passar. Quando o filme é incrível, quando o trabalho é satisfatório, quando o debate resulta em progresso, quando a moça é encantadora... você não percebe o tempo passar. Tudo que é de teu interesse consegue te fazer ficar atento e "ser paciente".

Surfando pelas redes sociais é fácil perceber que a maioria das pessoas não tem a paciência requisitada por alguns tipos de atividades, tais como: assistir um filme com duração de 05 minutos, ler textos com mais de 05 linhas, responder enquetes... Só lhe são uteis as atividades fast que não demandam mais que 02 minutos de seu tempo.

Gosto de usar como exemplo, as datas comemorativas. Vejo pessoas que desejam feliz aniversário para os amigos com aquelas mensagens extraídas de internet. Elas não são feias, mas pessoas são únicas e cada uma tem o poder de despertar um sentimento diferente à você, porque enviar uma mensagem não-exclusiva a alguém que é especial?

Esse é um dos pontos que me evidencia a superficialidade nas pessoas. Quando se é raso, não consegue agir de forma profunda e se contenta com o pouco (não digo coisas materiais), não faz esforço para impressionar o outro entre outras diversas ações que poderia executar de forma que faça o outro se sentir especial.

Não sou profunda o bastante (ainda não), mas pessoas profundas me encanta: que dão valor a todo carinho que recebem, que extraem alguns minutos de seus dias para escreverem uma bela mensagem ao outro, que sabem assistir um filme de 05 minutos até o final e que ainda depois tem tempo de comentar sobre o mesmo com alguém, que observam o mundo acontecendo à sua volta (mesmo que seja uma selva de pedras).

Pessoas não profundas, geralmente não são pacientes e quase nunca tem tempo para coisas alheias, nem para si mesmas.

Escrevo mensagens e distribuo elogios sinceros sempre que posso, para algumas pessoas, porque gosto de fazê-las se sentirem especiais, de dizer o quão incríveis eu as enxergo. Infelizmente, as vezes não "me recebem" da forma que imagino que seria. É frustrante, mas eu sei que fui sincera e fiz de coração.

Quando se é raso tudo fica propenso a transbordar e se não tiver cautela a essência também se vai...

Você é o que você ouve?

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

(capa do album OTM - Allehop (2016))

Entre meus amigos e conhecidos, existe uma enorme oscilação de gostos musicais. Frequentemente presencio o preconceito contra as pessoas que gostam de ouvir musicas dos gêneros: funk, sertanejo e outros.

Durante um só dia, nosso humor pula por inúmeros picos e diante a isso, as vezes, sentimos desejo de ouvir musicas de gêneros que não fazem parte de nosso cotidiano. Digo porque acontece comigo, mas talvez contigo não aconteça.

Musicas não são só entretenimento! Algumas possuem tamanha força que tocam a alma e para mim, esse é o único motivo plausível para que elas existem.

Hoje, minha playlist só permite "cantar, cantores" que me fascinam e que ouço por horas com muito prazer .

Música é instrumento que pode tocar a alma. E descobri isso ouvindo O Teatro Mágico, eles realmente são mágicos e suas letras possuem tamanha força (confesso que fiquei fortemente chateada com a pausa na carreira que eles anunciaram recentemente).

Então, não ouça o que querem que você ouça. Esse momento é só teu, aprecie o que realmente te encanta e satisfaz.


Repostagem::: Amor em(quadrado)

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Hoje o conteúdo é pra quem adora coisas fofas e pra quem adora decorar a própria casa, ou como no meu caso, o próprio quarto.

Sabe aqueles quadrinhos que vendem nas lojinhas de um e noventa e nove? Isso mesmo, aqueles branquinhos, ou da cor que você quiser, que na maioria das vezes são usados pra colocar retratos. 




Cê pode usar também aquele quadrinho que ta aí na sua cabeceira, com a foto do seu ex. Rasga logo ela, dá pro cachorro babar e use o mesmo quadrinho pra colocar essa fofura que disponibilizei pra você fazer download.




As frases são retiradas de alguns textos da Gabi Freitas, do blog Nova Perspectiva. Se você ainda não conhece, tá perdendo tempo. Acessa logo lá, mas tem que ser agora, ops! Agora não, só depois que ler esse post até o final e baixar as imagens. Mas não deixe de acessar e ler todos os textos que você perdeu até agora, hahahaha.



Escolhi cada frase com amor - apesar de que tudo que ela escreve é com amor e por amor. Abaixo tem um linkzinho super carente, que tá gritando: clique em mim. Se você não clicar, ela vai ficar depressiva, então tenha um pinguinho de dó e clique nela pra salvar as imagens em tamanho real.



No total são seis imagens. Imprima-as na metade da folha, caso contrário elas perderão a resolução. Use somente três folhas de papel sulfite a4, por esse motivo o número de imagens é par.





















CLIQUE EM MIM